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Notícias
06
nov
2011
(GERAL)
Líquido da casca de coco verde pode ser transformado em biocelulose, mostra pesquisa
Uma pesquisa feita por estudantes de engenharia química revelou que o líquido da casca de coco verde, que normalmente é descartado, pode virar biocelulose. O material pode ser utilizado na medicina e também na indústria de embalagens. Um dos participantes da pesquisa, Wesley Prieto, fala que ideia surgiu após tomarem conhecimento do impacto ambiental causado pela casca de coco.
– Nós descobrimos que a usina produtora de água de coco descarta uma grande quantidade de casca. Anualmente, chegam a ser dois milhões de toneladas de casca. Além disso, 70% do lixo das cidades litorâneas são de casca de coco.
Prieto diz que há um interesse da indústria pela pesquisa, já que as usinas de beneficiamento de casca de coco produzem um descarte líquido, que não é utilizado e precisa ser descartado.
– A usina de beneficiamento da casca de coco tem descarte, e eles precisam dar um fim a ele, mesmo porque as leis ambientais não permitem que o descarte líquido seja diretamente descartado nos corpos d’água devido a sua alta carga orgânica. Então, algumas empresas já despertaram interesse em utilizar.
O interesse das indústrias se explica também pelo alto valor agregado da biocelulose, que pode ser produzida com o líquido da casca de coco verde.
– Estudos que demonstram que o líquido pode ser utilizado para produzir biocelulose, que foi o intuito final do nosso estudo. Nós conseguimos chegar até a produção da biocelulose, não na biocelulose final que a indústria está acostumada a ter, que é a película. Porém, nós já conseguimos demonstrar, através de análises clínicas, que o produto final da fermentação do líquido da casca de coco verde pelo microorganismo que utilizamos é a biocelulose.
Segundo Prieto, a biopelícula é utilizada, por exemplo, no tratamento de pós-queimadura e pós-tratamento de câncer no esôfago, ela é utilizada como um curativo. Existe também a utilização na indústria de cosméticos. Pode ser utilizado também como revestimento interno de algumas embalagens.
– Nós descobrimos que a usina produtora de água de coco descarta uma grande quantidade de casca. Anualmente, chegam a ser dois milhões de toneladas de casca. Além disso, 70% do lixo das cidades litorâneas são de casca de coco.
Prieto diz que há um interesse da indústria pela pesquisa, já que as usinas de beneficiamento de casca de coco produzem um descarte líquido, que não é utilizado e precisa ser descartado.
– A usina de beneficiamento da casca de coco tem descarte, e eles precisam dar um fim a ele, mesmo porque as leis ambientais não permitem que o descarte líquido seja diretamente descartado nos corpos d’água devido a sua alta carga orgânica. Então, algumas empresas já despertaram interesse em utilizar.
O interesse das indústrias se explica também pelo alto valor agregado da biocelulose, que pode ser produzida com o líquido da casca de coco verde.
– Estudos que demonstram que o líquido pode ser utilizado para produzir biocelulose, que foi o intuito final do nosso estudo. Nós conseguimos chegar até a produção da biocelulose, não na biocelulose final que a indústria está acostumada a ter, que é a película. Porém, nós já conseguimos demonstrar, através de análises clínicas, que o produto final da fermentação do líquido da casca de coco verde pelo microorganismo que utilizamos é a biocelulose.
Segundo Prieto, a biopelícula é utilizada, por exemplo, no tratamento de pós-queimadura e pós-tratamento de câncer no esôfago, ela é utilizada como um curativo. Existe também a utilização na indústria de cosméticos. Pode ser utilizado também como revestimento interno de algumas embalagens.
Fonte: Portal do Agronegócio
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