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Notícias
27
out
2011
(MADEIRA E PRODUTOS)
MS terá 1 milhão de hectares de seringueiras
Apesar de o Brasil produzir somente 30% da demanda atual de seringueiras e importar 70%, a expectativa é de que o Estado do Mato Grosso do Sul chegue a 1 milhão de hectares até 2030. De acordo com o diretor da Cautex Florestal, Getúlio Ferreira, o mercado internacional já mostra sinais negativos de produção, em algumas situações, e entre 2013 e 2014, MS será o Estado brasileiro que mais plantará seringueiras.
Segundo o superintendente do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar/MS), Clodoaldo Martins, esta é uma boa oportunidade de o Brasil ser menos dependente do mercado internacional, considerando MS possui solo e clima favoráveis para o plantio.
“Atualmente a demanda mundial ultrapassa a produção, numa perspectiva de crescimento de 2 a 2,5% por ano, o que favorece o cenário em desenvolvimento no Brasil”, ressalta Getúlio Ferreira. Ele diz que é possível cultivar seringueira em praticamente todo o MS, e afirma que a região leste do Estado, por exemplo, é de grande potencial, além de estar próxima ao noroeste de São Paulo. “Há algumas áreas mais restritas, mas não existe de fato, lugares inaptos para a heveicultura no MS”, complementa.
Além de fazer com que o Brasil se torne menos dependente da borracha estrangeira, o setor proporciona um aumento do número de empregos no País e principalmente, no MS, que pode gerar cerca de 340 empregos diretos e 100 indiretos - por município, segundo o diretor da Cautex. Para isso, o Senar/MS junto a Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul – Famasul e sindicatos rurais do Estado, realizam o Programa Mais Floresta, orientando e incentivando produtores rurais de diversos municípios, a aproveitarem a oportunidade de mercado, geração de renda e movimentação da econômica local e nacional. O Programa tem o apoio do Painel Florestal, Cautex Florestal, Banco do Brasil, Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul-BRDE, Reflore MS, Sebrae/MS, Sociedade Brasileira de Agrossilvicultura-SBAG e Universidade Federal da Grande Dourados-UFGD.
Segundo o superintendente do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar/MS), Clodoaldo Martins, esta é uma boa oportunidade de o Brasil ser menos dependente do mercado internacional, considerando MS possui solo e clima favoráveis para o plantio.
“Atualmente a demanda mundial ultrapassa a produção, numa perspectiva de crescimento de 2 a 2,5% por ano, o que favorece o cenário em desenvolvimento no Brasil”, ressalta Getúlio Ferreira. Ele diz que é possível cultivar seringueira em praticamente todo o MS, e afirma que a região leste do Estado, por exemplo, é de grande potencial, além de estar próxima ao noroeste de São Paulo. “Há algumas áreas mais restritas, mas não existe de fato, lugares inaptos para a heveicultura no MS”, complementa.
Além de fazer com que o Brasil se torne menos dependente da borracha estrangeira, o setor proporciona um aumento do número de empregos no País e principalmente, no MS, que pode gerar cerca de 340 empregos diretos e 100 indiretos - por município, segundo o diretor da Cautex. Para isso, o Senar/MS junto a Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul – Famasul e sindicatos rurais do Estado, realizam o Programa Mais Floresta, orientando e incentivando produtores rurais de diversos municípios, a aproveitarem a oportunidade de mercado, geração de renda e movimentação da econômica local e nacional. O Programa tem o apoio do Painel Florestal, Cautex Florestal, Banco do Brasil, Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul-BRDE, Reflore MS, Sebrae/MS, Sociedade Brasileira de Agrossilvicultura-SBAG e Universidade Federal da Grande Dourados-UFGD.
Fonte: CeluloseOnline
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