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Notícias
27
out
2011
(GERAL)
Mais de 70 m³ de madeira ilegal são apreendidos em Manacapuru
Policiais militares do Batalhão de Policiamento Ambiental apreenderam 70 metros cúbicos de madeira, quatro embarcações, além de flagrantear seis pessoas que transportavam ilegalmente a madeira. A ação aconteceu no porto do Madeireiro, em Manacapuru (a 84 quilômetros de Manaus).
De acordo com o cabo da Polícia Militar Mário Paiva, que comandou a ação policial, a apreensão aconteceu devido a madeira estar sendo transportada sem o Documento de Origem Florestal (Dof) em embarcações que não possuem o registro da Capitania dos Portos. A mesma tinha como destino o abastecimento das madeireiras de Manacapuru.
A madeira foi encontrada em forma de pranchões. A maioria depois de serrada seria transformada em tábua de azimbre, para ser usado na construção civil. De acordo com os responsáveis pela madeira a mesma foi extraída de localidades próximas a sede do município.
Cada metro quadrado seria vendido ao preço de R$ 140, o que renderia aproximadamente R$ 1 milhão.
Operação
De acordo com o cabo Paiva a polícia tinha a informação de que a madeira deveria chegar ao porto de Manacapuru à noite e seria logo desembarcada para não chamar a ação da polícia. Por volta da meia-noite, momento em que a madeira começava a ser retirada das embarcações e sendo colocadas no caminhão, a polícia fez a abordagem prendendo os infratores e o material.
Durante a revista, policiais encontraram um revólver calibre 38, com quatro munições. Um dos presos, identificados como João Batista Flor, assumiu ser o dono da arma e foi autuado por porte ilegal de arma.
Os outros presos foram identificados como Dário Pereira Ruiz, 51, Getúlio Ferreira Conde, 54, Luis Soares dos Santos, 49, Antônio Francisco Soares Araújo, 40 e Iran Silva Cunha, 38. Eles foram levados para a delegacia de polícia do município, onde o delegado Antônio Rodrigues os indiciou por crime ambiental em seguida lavrou um Termo Circunstancial de Ocorrência (TCO) e os liberou.
A madeira foi levada para o pátio da delegacia e deverá ser doada para instituições filantrópicas. As embarcações poderão ser liberadas porque foram fretadas apenas para fazer o transporte da madeira.
Joana Queiroz - Mariana Lima
De acordo com o cabo da Polícia Militar Mário Paiva, que comandou a ação policial, a apreensão aconteceu devido a madeira estar sendo transportada sem o Documento de Origem Florestal (Dof) em embarcações que não possuem o registro da Capitania dos Portos. A mesma tinha como destino o abastecimento das madeireiras de Manacapuru.
A madeira foi encontrada em forma de pranchões. A maioria depois de serrada seria transformada em tábua de azimbre, para ser usado na construção civil. De acordo com os responsáveis pela madeira a mesma foi extraída de localidades próximas a sede do município.
Cada metro quadrado seria vendido ao preço de R$ 140, o que renderia aproximadamente R$ 1 milhão.
Operação
De acordo com o cabo Paiva a polícia tinha a informação de que a madeira deveria chegar ao porto de Manacapuru à noite e seria logo desembarcada para não chamar a ação da polícia. Por volta da meia-noite, momento em que a madeira começava a ser retirada das embarcações e sendo colocadas no caminhão, a polícia fez a abordagem prendendo os infratores e o material.
Durante a revista, policiais encontraram um revólver calibre 38, com quatro munições. Um dos presos, identificados como João Batista Flor, assumiu ser o dono da arma e foi autuado por porte ilegal de arma.
Os outros presos foram identificados como Dário Pereira Ruiz, 51, Getúlio Ferreira Conde, 54, Luis Soares dos Santos, 49, Antônio Francisco Soares Araújo, 40 e Iran Silva Cunha, 38. Eles foram levados para a delegacia de polícia do município, onde o delegado Antônio Rodrigues os indiciou por crime ambiental em seguida lavrou um Termo Circunstancial de Ocorrência (TCO) e os liberou.
A madeira foi levada para o pátio da delegacia e deverá ser doada para instituições filantrópicas. As embarcações poderão ser liberadas porque foram fretadas apenas para fazer o transporte da madeira.
Joana Queiroz - Mariana Lima
Fonte: A Crítica
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