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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Rio Grande do Sul disputa mercado de créditos de carbono
Em missão por três países da Europa, o secretário estadual de Energia, Minas e Comunicações do Rio Grande do Sul, Valdir Andres, garantiu o apoio dos holandeses para a realização do 1º Congresso Internacional de Energias Renováveis, no final de novembro.
Suas intenções, porém, são mais ambiciosas. Andres pretende garantir investimentos do governo e de empresas privadas da Holanda no mercado de créditos de carbono. ” Eles têm 400 milhões de euros (cerca de R$ 1,6 bilhão) para aplicar e consideram o Brasil o melhor parceiro para investir em certificados de carbono” - disse Andres, ao encerrar as reuniões na Holanda.
Queixas sobre a demora do Brasil em dar a chancela oficial aos projetos também chegaram aos ouvidos do secretário. Conforme informações da assessoria de imprensa do Ministério de Ciência e Tecnologia, área responsável pela secretaria executiva da Comissão Interministerial da Mudança Global do Clima, o governo de fato está sendo cauteloso na emissão das cartas de não-objeção - documento que representa um carimbo oficial aos projetos. Até agora, apenas duas foram concedidas.
Holandeses avaliarão projetos em solo gaúcho
Andres apresentou aos holandeses dois projetos de usinas de aproveitamento de lixo sólido urbano, que devem ser instaladas em Cachoeira do Sul e em Minas do Leão.
Segundo o secretário, os projetos renderiam até US$ 50 milhões em créditos de carbono para o Estado. Em até 60 dias, devem ser enviados ao Estado técnicos do governo holandês para avaliar os projetos. A empresa privada World Wide Recycling procurou o secretário para conhecer os projetos e também ficou de enviar especialistas ao Estado para estudar a possibilidade de uma parceria.
Fonte: Ambiente Brasil – 26/07/2004
Suas intenções, porém, são mais ambiciosas. Andres pretende garantir investimentos do governo e de empresas privadas da Holanda no mercado de créditos de carbono. ” Eles têm 400 milhões de euros (cerca de R$ 1,6 bilhão) para aplicar e consideram o Brasil o melhor parceiro para investir em certificados de carbono” - disse Andres, ao encerrar as reuniões na Holanda.
Queixas sobre a demora do Brasil em dar a chancela oficial aos projetos também chegaram aos ouvidos do secretário. Conforme informações da assessoria de imprensa do Ministério de Ciência e Tecnologia, área responsável pela secretaria executiva da Comissão Interministerial da Mudança Global do Clima, o governo de fato está sendo cauteloso na emissão das cartas de não-objeção - documento que representa um carimbo oficial aos projetos. Até agora, apenas duas foram concedidas.
Holandeses avaliarão projetos em solo gaúcho
Andres apresentou aos holandeses dois projetos de usinas de aproveitamento de lixo sólido urbano, que devem ser instaladas em Cachoeira do Sul e em Minas do Leão.
Segundo o secretário, os projetos renderiam até US$ 50 milhões em créditos de carbono para o Estado. Em até 60 dias, devem ser enviados ao Estado técnicos do governo holandês para avaliar os projetos. A empresa privada World Wide Recycling procurou o secretário para conhecer os projetos e também ficou de enviar especialistas ao Estado para estudar a possibilidade de uma parceria.
Fonte: Ambiente Brasil – 26/07/2004
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