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Notícias
21
out
2011
(GERAL)
Construção já reduz ritmo de expansão
Cautela para o começo de 2012 é a palavra de ordem do setor de construção civil, apesar dos excelentes resultados ainda vistos pelas empresas do ramo este ano. Um termômetro da acomodação é o da construtora Gafisa, que, apesar de ter alcançado R$ 1 bilhão em vendas no último trimestre, lançou em igual período 15% menos imóveis. "Mas é prematuro afirmar se a Gafisa irá atingir a meta de R$ 5,3 bilhões [de vendas no ano]", diz José Conceição Lemes, pesquisador da Faculdade Ibmec.
A redução do ritmo do setor também se deve à análise do mercado sobre os efeitos da turbulência internacional e ao grau de endividamento do brasileiro, que agora parece menos eufórico com a compra de um imóvel. Ao mesmo tempo há apagão de mão de obra, mais ampla com a corrida para a execução de obras de infraestrutura, em detrimento das de moradia, por conta da Copa do Mundo e Olimpíadas.
O foco de turismo de negócios virou a meta da mineira Casanova Construtora, que há mais de 30 anos trabalhava com obras residenciais. A empresa ergue agora na cidade de Sete Lagoas (MG) o Atlas Hotel, que abrirá em janeiro de 2012. "O projeto já tem quase 10 anos e agora será realidade", afirmou Gabriel Ferrari Oliveira, representante da Casanova.
No varejo de material de construção, decoração e design também há uma mudança de comportamento. Com a desaceleração das vendas, o setor de material de construção reviu para baixo o crescimento para este ano, que inicialmente era de 9%, e agora está previsto em 5% - em cima de uma base forte, pois o ano de 2010 foi recorde para o setor.
Mas as redes de lojas de design de interiores, como a Etna, concorrente da Tok&Stok, ao contrário, vão dobrar o número de lojas este ano para mobiliar o maior número de residências que estão sendo entregues ainda este ano. Fundada em 2004 por Nelson Kaufman - também dono da joalheria Vivara -, a Etna vai inaugurar a sua 14ª unidade este ano, em Fortaleza (CE), no modelo megastore, comenta Maurício Queiroz, proprietário da MQ Arquitetura, responsável pelo gerenciamento de projetos da Etna.
A redução do ritmo do setor também se deve à análise do mercado sobre os efeitos da turbulência internacional e ao grau de endividamento do brasileiro, que agora parece menos eufórico com a compra de um imóvel. Ao mesmo tempo há apagão de mão de obra, mais ampla com a corrida para a execução de obras de infraestrutura, em detrimento das de moradia, por conta da Copa do Mundo e Olimpíadas.
O foco de turismo de negócios virou a meta da mineira Casanova Construtora, que há mais de 30 anos trabalhava com obras residenciais. A empresa ergue agora na cidade de Sete Lagoas (MG) o Atlas Hotel, que abrirá em janeiro de 2012. "O projeto já tem quase 10 anos e agora será realidade", afirmou Gabriel Ferrari Oliveira, representante da Casanova.
No varejo de material de construção, decoração e design também há uma mudança de comportamento. Com a desaceleração das vendas, o setor de material de construção reviu para baixo o crescimento para este ano, que inicialmente era de 9%, e agora está previsto em 5% - em cima de uma base forte, pois o ano de 2010 foi recorde para o setor.
Mas as redes de lojas de design de interiores, como a Etna, concorrente da Tok&Stok, ao contrário, vão dobrar o número de lojas este ano para mobiliar o maior número de residências que estão sendo entregues ainda este ano. Fundada em 2004 por Nelson Kaufman - também dono da joalheria Vivara -, a Etna vai inaugurar a sua 14ª unidade este ano, em Fortaleza (CE), no modelo megastore, comenta Maurício Queiroz, proprietário da MQ Arquitetura, responsável pelo gerenciamento de projetos da Etna.
Fonte: DCI
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