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Notícias
21
out
2011
(SETOR FLORESTAL)
Excesso de carga compromete a segurança de caminhões em MT
Muitos caminhões trafegam pelas rodovias de todo o país com excesso de carga tentando burlar a fiscalização, atitude que pode comprometer a segurança do veículo. A Polícia Rodoviária Federal de Rondonópolis informou que a carga de madeira é a líder no ranking de apreensão por abuso no peso.
Segundo a PRF, não é difícil identificar quando o caminhão está acima do peso permitido, já que geralmente a carga acaba ficando acima das tampas laterais do caminhão, além do problema nas notas que omitem o peso real do carregamento. Pelas rodovias é possível encontrar motoristas de caminhão parados no meio do nada aguardando que as fiscalizações com balanças, principalmente as móveis, encerrem o expediente para eles possam seguir o caminho sem nenhum problema.
O diretor executivo da Associação de Transportes de Cargas do Mato Grosso (ATC), Miguel Mendes, afirmou que a entidade é contra o excesso de carga e que atitudes como essa só fazem com que o frete venha ser desvalorizado, além de causar prejuízos. “O mercado funciona através da oferta e da procura, se as cargas forem distribuídas em caminhões acima do peso, vai faltar mercadoria e sobrar caminhão”, diz.
Miguel conta que a maioria das empresas da cidade tem essa preocupação e não permitem que o caminhão saia do carregamento com o excesso, mesmo porque se a carga for pega com irregularidades a empresa contratante também é punida.
De acordo com o diretor executivo o peso permitido pela legislação é de até 5% acima do peso indicado pelos fabricantes, como por exemplo, o Bitrem pode ser carregado com 57 toneladas e só é permitido passar 5% desse peso. Miguel comentou que na nossa região não há um número ideal de balanças para fiscalizar esses excessos, mas que há um projeto do governo para que sejam instaladas em outros pontos do Estado.
Segundo a PRF, não é difícil identificar quando o caminhão está acima do peso permitido, já que geralmente a carga acaba ficando acima das tampas laterais do caminhão, além do problema nas notas que omitem o peso real do carregamento. Pelas rodovias é possível encontrar motoristas de caminhão parados no meio do nada aguardando que as fiscalizações com balanças, principalmente as móveis, encerrem o expediente para eles possam seguir o caminho sem nenhum problema.
O diretor executivo da Associação de Transportes de Cargas do Mato Grosso (ATC), Miguel Mendes, afirmou que a entidade é contra o excesso de carga e que atitudes como essa só fazem com que o frete venha ser desvalorizado, além de causar prejuízos. “O mercado funciona através da oferta e da procura, se as cargas forem distribuídas em caminhões acima do peso, vai faltar mercadoria e sobrar caminhão”, diz.
Miguel conta que a maioria das empresas da cidade tem essa preocupação e não permitem que o caminhão saia do carregamento com o excesso, mesmo porque se a carga for pega com irregularidades a empresa contratante também é punida.
De acordo com o diretor executivo o peso permitido pela legislação é de até 5% acima do peso indicado pelos fabricantes, como por exemplo, o Bitrem pode ser carregado com 57 toneladas e só é permitido passar 5% desse peso. Miguel comentou que na nossa região não há um número ideal de balanças para fiscalizar esses excessos, mas que há um projeto do governo para que sejam instaladas em outros pontos do Estado.
Fonte: Mirian Trento - do Agora MT
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