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Notícias
19
out
2011
(QUEIMADAS)
Especialista sugere ações para minimizar as queimadas em MG
Dirigentes de companhias que possuem extensas áreas de florestas plantadas e nativas na região oeste de Minas Gerais ficaram neste ano bastante preocupados com o elevado número de incêndios na região. Segundo o INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), neste período foram registrados 2.845 focos em todo o Estado, o que representa 54% a mais que o mesmo período do ano passado. O instituto garante que a vegetação pode levar de 15 a 20 anos para se restabelecer. Embora a grande maioria das empresas florestais possuam estrutura pronta para combater os incêndios, especialistas advertem : a principal forma de combate é a prevenção.
Para Daniel Martinez, gerente florestal da Ebflora, a melhor maneira de investir na prevenção é envolver as comunidades locais. De acordo com ele, a Ebflora vem investindo nesta receita desde 2009 e atua junto aos donos de propriedades vizinhas, de forma a orientar e alertar sobre os perigos e os danos causados pelos incêndios. "Através deste trabalho temos conseguido propagar que mais importante que o dano econômico são os danos ambientais provocados pelos incêndios florestais", diz.
Segundo o gerente, as campanhas visam mostrar através de orientações, vídeos, panfletos, que o aspecto mais preocupante no que diz respeito às queimadas no Brasil é que a maior parte delas poderia ser evitada ou minimizada, pois são diretamente causadas pela ação do homem. “É muito comum produtores rurais atearem fogo em pastagens ou lavouras para, posteriormente, iniciar uma nova cultura no local, essa é uma forma danosa de manejo ao solo”, afirma.
Martinez alerta que de abril a setembro é o período do ano em que mais são registrados casos de queimadas e incêndios florestais. Segundo ele, é possível haver um planejamento e uma política de prevenção para que os incêndios não aconteçam. E destaca : “os prejuízos são incalculáveis, como por exemplo, o desaparecimento de espécies de vegetação que só existem em determinadas áreas”.
Para Daniel Martinez, gerente florestal da Ebflora, a melhor maneira de investir na prevenção é envolver as comunidades locais. De acordo com ele, a Ebflora vem investindo nesta receita desde 2009 e atua junto aos donos de propriedades vizinhas, de forma a orientar e alertar sobre os perigos e os danos causados pelos incêndios. "Através deste trabalho temos conseguido propagar que mais importante que o dano econômico são os danos ambientais provocados pelos incêndios florestais", diz.
Segundo o gerente, as campanhas visam mostrar através de orientações, vídeos, panfletos, que o aspecto mais preocupante no que diz respeito às queimadas no Brasil é que a maior parte delas poderia ser evitada ou minimizada, pois são diretamente causadas pela ação do homem. “É muito comum produtores rurais atearem fogo em pastagens ou lavouras para, posteriormente, iniciar uma nova cultura no local, essa é uma forma danosa de manejo ao solo”, afirma.
Martinez alerta que de abril a setembro é o período do ano em que mais são registrados casos de queimadas e incêndios florestais. Segundo ele, é possível haver um planejamento e uma política de prevenção para que os incêndios não aconteçam. E destaca : “os prejuízos são incalculáveis, como por exemplo, o desaparecimento de espécies de vegetação que só existem em determinadas áreas”.
Fonte: CeluloseOnline
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