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Notícias
17
out
2011
(GERAL)
Fruto do cerrado é fonte de renda para mulheres em assentamento de MS
Para realizar o sonho de ter o próprio negócio e contribuir com a renda familiar, um grupo de mulheres do assentamento São Manoel, na zona Rural de Anastácio, a 150 quilômetros de Campo Grande (MS), se reúne para extrair o cumbaru, fruto de uma árvore típica do cerrado.
A planta pode passar dos 25 de altura. Nela, existe uma amêndoa que até pouco tempo tinha seu sabor e valor nutricional desconhecido pela maioria das pessoas. As mulheres do assentamento dizem ter sido criticadas quando decidiram beneficiar e comercializar o produto.
Com baldes, sacos e luvas para proteger as mãos elas percorrem a vegetação de cerrado da região. De agosto a outubro os frutos amadurecem e caem no solo, por ter uma casca dura, somente a arara consegue se alimentar da amêndoa. Por ser uma atividade de extrativismo sustentável, só 70% dos coquinhos são recolhidos, o restante fica no solo para gerar futuras plantas.
Depois de colhido, o cumbaru vai para a betoneira para retirada de parte da casca, depois vai para esta esteira onde passa cinco dias secando ao sol, dai os coquinhos vão para as quebradeiras, uma prensa manual, e por fim passa pela peneira que separa as amêndoas.
Ainda não existe um estudo para saber as propriedades medicinais da amêndoa do cerrado. Mesmo assim essas mulheres garantem que o cumbaru pode ajudar no tratamento de algumas doenças.
“Coluna, para diabetes, para gripe”, disse a assentada Mirian Freitas da Silva. Segundo ela, muitos dizem também que o cumbaru tem propriedades afrodisíacas.
Por enquanto as mulheres do grupo ainda não conseguem uma manter uma renda fixa da atividade, mesmo assim não falta esperança e criatividade para imaginar um futuro promissor com a exploração comercial do cumbaru.
“A gente ta tentando abranger esse grupo né, a partir de dezembro vai ter a feira da economia solidária, a gente vai pegar esses produtos e levar para a feira pra ta divulgando porque o cumbaru não é tão divulgado na nossa região”, disse Miriam.
A planta pode passar dos 25 de altura. Nela, existe uma amêndoa que até pouco tempo tinha seu sabor e valor nutricional desconhecido pela maioria das pessoas. As mulheres do assentamento dizem ter sido criticadas quando decidiram beneficiar e comercializar o produto.
Com baldes, sacos e luvas para proteger as mãos elas percorrem a vegetação de cerrado da região. De agosto a outubro os frutos amadurecem e caem no solo, por ter uma casca dura, somente a arara consegue se alimentar da amêndoa. Por ser uma atividade de extrativismo sustentável, só 70% dos coquinhos são recolhidos, o restante fica no solo para gerar futuras plantas.
Depois de colhido, o cumbaru vai para a betoneira para retirada de parte da casca, depois vai para esta esteira onde passa cinco dias secando ao sol, dai os coquinhos vão para as quebradeiras, uma prensa manual, e por fim passa pela peneira que separa as amêndoas.
Ainda não existe um estudo para saber as propriedades medicinais da amêndoa do cerrado. Mesmo assim essas mulheres garantem que o cumbaru pode ajudar no tratamento de algumas doenças.
“Coluna, para diabetes, para gripe”, disse a assentada Mirian Freitas da Silva. Segundo ela, muitos dizem também que o cumbaru tem propriedades afrodisíacas.
Por enquanto as mulheres do grupo ainda não conseguem uma manter uma renda fixa da atividade, mesmo assim não falta esperança e criatividade para imaginar um futuro promissor com a exploração comercial do cumbaru.
“A gente ta tentando abranger esse grupo né, a partir de dezembro vai ter a feira da economia solidária, a gente vai pegar esses produtos e levar para a feira pra ta divulgando porque o cumbaru não é tão divulgado na nossa região”, disse Miriam.
Fonte: G1
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