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Notícias
13
out
2011
(GERAL)
Morre em Londres, aos 77 anos, o cineasta da floresta
A notícia da morte de Adrian Cowell, na noite de ontem (10/10), por complicações respiratórias, surpreendeu familiares e amigos. Conhecido como incansável defensor da floresta, Adrian celebrizou-se pelos documentários que fez para a televisão britânica sobre a destruição da floresta amazônica e seus impactos sobre as populações indígenas e ribeirinhas. Escreveu livros também nos quais, tais como nos documentários, registrou a colonização da Amazônia e sua destruição nas décadas de 1980 e 1990.
Seu livro A Década da Destruição, publicado em 1990, tornou-se leitura obrigatória em tempos pré-Rio-92, com capítulos específicos sobre o Parque Indígena do Xingu, Rondônia e o líder seringueiro Chico Mendes.
A partir de suas incursões pela Amazônia, produziu e dirigiu uma série de documentários que se tornaram célebres como Nas cinzas da floresta, Matando pela terra, Montanhas de Ouro e A morte de Chico Mendes. Os três prêmios da British Academy (BAFTA), o Prêmio International Emmy Founders e ainda os quatro Golden Gate que recebeu foram o reconhecimento público ao seu trabalho.
Adrian Cowell (no fundo à direita) ladeado por André Villas-Bôas (à dir.) E João Paulo Capobianco e Beto Ricardo (à esq.), do ISA, em 2000, durante almoço em São Paulo
A carreira de cineasta teve início em 1956, quando esteve na América do Sul pela primeira vez e em 1957, aos 23 anos, foi à Amazônia pela primeira vez, em uma caravana de jovens cineastas. Anos mais tarde, entre 1980 e 1990, Cowell registrou em fotos, vídeos e por escrito a colonização da Amazônia, o desmatamento e as campanhas ambientalistas pela preservação da floresta, além da morte de Chico Mendes, da criação das primeiras reservas extrativistas e do primeiro contato com os índios Uru Eu Wau Wau. Dois de seus livros tratam de sobre povos indígenas no Brasil: The Heart of the Forest e The Tribe that Hides from Man. A morte repentina de Cowell surpreendeu sua família e seus amigos, ocorrida na noite de ontem, em Londres, por complicações respiratórias.
A floresta e o povos da floresta sentirão a ausência de mais um de seus incansáveis defensores.
Seu livro A Década da Destruição, publicado em 1990, tornou-se leitura obrigatória em tempos pré-Rio-92, com capítulos específicos sobre o Parque Indígena do Xingu, Rondônia e o líder seringueiro Chico Mendes.
A partir de suas incursões pela Amazônia, produziu e dirigiu uma série de documentários que se tornaram célebres como Nas cinzas da floresta, Matando pela terra, Montanhas de Ouro e A morte de Chico Mendes. Os três prêmios da British Academy (BAFTA), o Prêmio International Emmy Founders e ainda os quatro Golden Gate que recebeu foram o reconhecimento público ao seu trabalho.
Adrian Cowell (no fundo à direita) ladeado por André Villas-Bôas (à dir.) E João Paulo Capobianco e Beto Ricardo (à esq.), do ISA, em 2000, durante almoço em São Paulo
A carreira de cineasta teve início em 1956, quando esteve na América do Sul pela primeira vez e em 1957, aos 23 anos, foi à Amazônia pela primeira vez, em uma caravana de jovens cineastas. Anos mais tarde, entre 1980 e 1990, Cowell registrou em fotos, vídeos e por escrito a colonização da Amazônia, o desmatamento e as campanhas ambientalistas pela preservação da floresta, além da morte de Chico Mendes, da criação das primeiras reservas extrativistas e do primeiro contato com os índios Uru Eu Wau Wau. Dois de seus livros tratam de sobre povos indígenas no Brasil: The Heart of the Forest e The Tribe that Hides from Man. A morte repentina de Cowell surpreendeu sua família e seus amigos, ocorrida na noite de ontem, em Londres, por complicações respiratórias.
A floresta e o povos da floresta sentirão a ausência de mais um de seus incansáveis defensores.
Fonte: ISA - Instituto Socioambiental
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