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Notícias
05
out
2011
(MADEIRA E PRODUTOS)
Embrapa inicia avaliação de produtividade de castanheira-do-brasil em Mato Grosso
Pesquisadores da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária instalaram, na última semana, um experimento para avaliação da produtividade de castanheiras-do-brasil no município de Itaúba, no norte de Mato Grosso. A iniciativa faz parte do Projeto Kamukaia, iniciado em 2005 pela Embrapa Acre. Esta será a primeira área experimental do projeto em Mato Grosso.
Durante quatro dias, sete empregados da Embrapa, dentre eles dois da Embrapa Acre, catalogaram e georreferenciaram com o uso de GPS todas as castanheiras-do-brasil em uma parcela de nove hectares no interior de uma área de extração vegetal. Ao todo foram identificadas 102 plantas com mais de 10 cm de diâmetro a altura do peito (DAP).
Segundo a pesquisadora da Embrapa Agrossilvipastoril responsável por esta área experimental, Aisy Baldoni, o número de plantas surpreendeu, uma vez que a densidade populacional é maior do que a encontrada em muitos experimentos realizados pela Embrapa Acre.
Após a catalogação, os pesquisadores passarão a acompanhar a produtividade das árvores, trabalho que terá início neste fim de ano, época em que os frutos da castanheira começam a cair. A queda e a coleta dos “ouriços” no município de Itaúba dura aproximadamente quatro meses, concentrando-se entre os meses de novembro e fevereiro.
“Iremos monitorar a produtividade destas plantas e avaliar a regeneração da castanheira na floresta”, explica a pesquisadora Aisy Baldoni.
O experimento também servirá para avaliar os efeitos da atividade extrativista sobre a espécie e sobre a regeneração da floresta.
Neste trabalho, a Embrapa conta com apoio de extrativistas da região e da Secretaria de Agricultura de Itaúba, município considerado a Capital Matogrossense da Castanha-do-brasil, popularmente conhecida como castanha-do-pará.
Projeto Kamukaia
O Projeto Kamukaia, ou Rede Kamukaia, busca o conhecimento sobre ecologia e manejo de espécies florestais não madeireiras, como andiroba, castanha-do-brasil, copaíba, unha-de-gato e cipó-titica, promovendo o intercâmbio de informações entre instituições governamentais e não-governamentais que atuam na Amazônia.
O nome Kamukaia deriva da língua indígena Wapixana (kamuk e aka) e significa produtos da floresta.
Além de Mato Grosso, os trabalhos do projeto também são desenvolvidos nos estados do Acre, Rondônia, Roraima, Pará e Amapá.
A pesquisa participativa e as estratégias de divulgação dos resultados têm proporcionado o envolvimento de pesquisadores ligados à Rede Kamukaia em debates promovidos por conselhos e grupos regionais sobre temas relacionados ao manejo sustentável da Floresta Amazônica.
Durante quatro dias, sete empregados da Embrapa, dentre eles dois da Embrapa Acre, catalogaram e georreferenciaram com o uso de GPS todas as castanheiras-do-brasil em uma parcela de nove hectares no interior de uma área de extração vegetal. Ao todo foram identificadas 102 plantas com mais de 10 cm de diâmetro a altura do peito (DAP).
Segundo a pesquisadora da Embrapa Agrossilvipastoril responsável por esta área experimental, Aisy Baldoni, o número de plantas surpreendeu, uma vez que a densidade populacional é maior do que a encontrada em muitos experimentos realizados pela Embrapa Acre.
Após a catalogação, os pesquisadores passarão a acompanhar a produtividade das árvores, trabalho que terá início neste fim de ano, época em que os frutos da castanheira começam a cair. A queda e a coleta dos “ouriços” no município de Itaúba dura aproximadamente quatro meses, concentrando-se entre os meses de novembro e fevereiro.
“Iremos monitorar a produtividade destas plantas e avaliar a regeneração da castanheira na floresta”, explica a pesquisadora Aisy Baldoni.
O experimento também servirá para avaliar os efeitos da atividade extrativista sobre a espécie e sobre a regeneração da floresta.
Neste trabalho, a Embrapa conta com apoio de extrativistas da região e da Secretaria de Agricultura de Itaúba, município considerado a Capital Matogrossense da Castanha-do-brasil, popularmente conhecida como castanha-do-pará.
Projeto Kamukaia
O Projeto Kamukaia, ou Rede Kamukaia, busca o conhecimento sobre ecologia e manejo de espécies florestais não madeireiras, como andiroba, castanha-do-brasil, copaíba, unha-de-gato e cipó-titica, promovendo o intercâmbio de informações entre instituições governamentais e não-governamentais que atuam na Amazônia.
O nome Kamukaia deriva da língua indígena Wapixana (kamuk e aka) e significa produtos da floresta.
Além de Mato Grosso, os trabalhos do projeto também são desenvolvidos nos estados do Acre, Rondônia, Roraima, Pará e Amapá.
A pesquisa participativa e as estratégias de divulgação dos resultados têm proporcionado o envolvimento de pesquisadores ligados à Rede Kamukaia em debates promovidos por conselhos e grupos regionais sobre temas relacionados ao manejo sustentável da Floresta Amazônica.
Fonte: Embrapa
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