Voltar
Notícias
05
out
2011
(GERAL)
Borracha natural está em alta
No último mês, o grupo Amazonas, que é o maior fabricante de componentes para calçados, móveis e embalagens da América Latina, lançou no mercado um novo calçado de borracha produzida a partir de látex natural. As “Amazonas Sandals” vêm em modelos desenvolvidos com borracha reciclada e reciclável e em especial, a partir de uma nova borracha biodegradável vulcanizada, fruto de pesquisas desenvolvidas no Centro de Tecnologia do Grupo Amazonas, a Bio Rubber.
Ao contrário da borracha sintética, que pode levar até 700 anos para ser absorvida pelo ambiente, a Bio Rubber após desuso, é consumida em apenas cinco anos. A intenção do grupo é que as “Amazonas Sandals” utilizem, principalmente, o látex de seringueiras nativas da Amazônia, beneficiando com este trabalho, as comunidades ribeirinhas. Para reforçar a ligação com a Amazônia, o produto - além da matéria-prima - usa os rios, a floresta, a fauna e a cultura da região em seu design.
Na linha Fun abusa de uma cartela de cores baseada em elementos do folclore e grafismos da cultura Amazônica. Na linha Eco Rubber, a inspiração em árvores, animais e plantas amazônicas se mantém, com uso de borracha compacta 100% reciclada. E na linha Enjoy, as estampas ganham mais alegria, apostando na etnia do povo brasileiro, com a intenção de ser uma referência pessoal.
Importação
Inovação e diversificação foram os caminhos encontrados pelo grupo Amazonas para sustentar seu desempenho diante da concorrência internacional no setor calçadista, principalmente diante do cenário de dólar baixo. Para garantir a competitividade dos produtos da marca e atingir um faturamento 17% maior que o do ano passado - algo em torno de R$ 470 milhões - a empresa usa 60% de sua matéria-prima importada, mas esta situação tende a mudar conforme for ampliada a utilização de látex natural da Amazônia, uma missão repassada para o recém-criado Instituto Amazonas, que vai buscar nas comunidades da região a produção necessária para atender à demanda do mercado.
Prospecções em Iranduba
O Grupo Amazonas trabalha com dois tipos de borracha: Borracha Sintética (SBR) e Borracha Natural (Látex), além de borrachas recicladas provenientes de pneus, solados inutilizados, aparas de indústrias de calçados e outros. No caso da borracha natural, os principais fornecedores estão no Acre, Amazonas, Mato Grosso e São Paulo.
Atualmente, o volume consumido a partir de comunidades Amazônicas é pequeno, mas com as “Sandals” e o início das atividades do Instituto Amazonas, a empresa quer aumentar o volume de látex adquiridos nestas comunidades.
O Instituto nasce para trabalhar - sem fins lucrativos - para promover melhorias da qualidade de vida em toda a sociedade, através de parcerias com o poder público, privado e toda a comunidade. Nesta linha, já está cadastrando povoados da Amazônia para receber visita de técnicos que vão homologar as que passarão a gozar dos incentivos que o instituto oferece.
“Um dos maiores desafios é fomentar a cultura sustentável da extração do látex, além de todas as outras ações envolvidas no processo como apoio ao desenvolvimento do artesanato local”, explica o diretor de marketing da Amazonas, Ariano Novaes.
A primeira comunidade a ser visitada será a de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, em Iranduba. O município está aos poucos marcando posição como fornecedor de látex e já possui inclusive uma fábrica que garantirá matéria-prima para produção de pneus no Polo Industrial de Manaus.
Ao contrário da borracha sintética, que pode levar até 700 anos para ser absorvida pelo ambiente, a Bio Rubber após desuso, é consumida em apenas cinco anos. A intenção do grupo é que as “Amazonas Sandals” utilizem, principalmente, o látex de seringueiras nativas da Amazônia, beneficiando com este trabalho, as comunidades ribeirinhas. Para reforçar a ligação com a Amazônia, o produto - além da matéria-prima - usa os rios, a floresta, a fauna e a cultura da região em seu design.
Na linha Fun abusa de uma cartela de cores baseada em elementos do folclore e grafismos da cultura Amazônica. Na linha Eco Rubber, a inspiração em árvores, animais e plantas amazônicas se mantém, com uso de borracha compacta 100% reciclada. E na linha Enjoy, as estampas ganham mais alegria, apostando na etnia do povo brasileiro, com a intenção de ser uma referência pessoal.
Importação
Inovação e diversificação foram os caminhos encontrados pelo grupo Amazonas para sustentar seu desempenho diante da concorrência internacional no setor calçadista, principalmente diante do cenário de dólar baixo. Para garantir a competitividade dos produtos da marca e atingir um faturamento 17% maior que o do ano passado - algo em torno de R$ 470 milhões - a empresa usa 60% de sua matéria-prima importada, mas esta situação tende a mudar conforme for ampliada a utilização de látex natural da Amazônia, uma missão repassada para o recém-criado Instituto Amazonas, que vai buscar nas comunidades da região a produção necessária para atender à demanda do mercado.
Prospecções em Iranduba
O Grupo Amazonas trabalha com dois tipos de borracha: Borracha Sintética (SBR) e Borracha Natural (Látex), além de borrachas recicladas provenientes de pneus, solados inutilizados, aparas de indústrias de calçados e outros. No caso da borracha natural, os principais fornecedores estão no Acre, Amazonas, Mato Grosso e São Paulo.
Atualmente, o volume consumido a partir de comunidades Amazônicas é pequeno, mas com as “Sandals” e o início das atividades do Instituto Amazonas, a empresa quer aumentar o volume de látex adquiridos nestas comunidades.
O Instituto nasce para trabalhar - sem fins lucrativos - para promover melhorias da qualidade de vida em toda a sociedade, através de parcerias com o poder público, privado e toda a comunidade. Nesta linha, já está cadastrando povoados da Amazônia para receber visita de técnicos que vão homologar as que passarão a gozar dos incentivos que o instituto oferece.
“Um dos maiores desafios é fomentar a cultura sustentável da extração do látex, além de todas as outras ações envolvidas no processo como apoio ao desenvolvimento do artesanato local”, explica o diretor de marketing da Amazonas, Ariano Novaes.
A primeira comunidade a ser visitada será a de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, em Iranduba. O município está aos poucos marcando posição como fornecedor de látex e já possui inclusive uma fábrica que garantirá matéria-prima para produção de pneus no Polo Industrial de Manaus.
Fonte: A Crítica
Notícias em destaque
O Departamento de Agricultura dos EUA destina US$ 115,2 milhões a oito estados para impulsionar a produção de madeira
Na Conferência de Liderança em Bioeconomia Avançada, o Administrador do Departamento de Agricultura dos EUA para o...
(INTERNACIONAL)
Silvicultura brasileira, a floresta cresce com técnica, mas se sustenta com pessoas
Ao longo de muitos anos convivendo com empresas, profissionais e instituições do setor florestal, tivemos a oportunidade de...
(SILVICULTURA)
A AdvantageLumber.com anuncia o maior investimento em madeira de teca com certificação FSC.
O investimento ampliado da AdvantageLumber.com concentra-se exclusivamente em teca de reflorestamento com certificação FSC,...
(INTERNACIONAL)
Interzum Bogotá 2026: Um evento marcante para a indústria moveleira e madeireira da América Latina
A interzum Bogotá 2026 está prestes a se tornar o evento crucial para a indústria moveleira e madeireira da América...
(EVENTOS)
Brasil bate recorde de produção e exportação de celulose em 2025
Boletim Mosaico, da Ibá, traz dados gerais do setor de árvores cultivadas para fins industriais e de...
(EXPORTAÇÃO)
NAHB: Importações de madeira e emprego caem
A produção de serrarias nos EUA permaneceu inalterada no terceiro trimestre, de acordo com o relatório G.17 de...
(INTERNACIONAL)













