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Notícias
28
set
2011
(CONSTRUÇÃO CIVIL)
Custo da construção diminui em setembro, mostra FGV
O Índice Nacional de Custo da Construção – Mercado (INCC-M), calculado pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV), ficou menor ao passar de 0,16% em agosto para 0,14% em setembro.
Apesar da redução da taxa global, o índice relativo a materiais, equipamentos e serviços aumentou de 0,25% para 0,27%. A alta foi decorrente do aumento da variação do grupo materiais e equipamentos, cuja taxa ficou 0,23% em setembro ante 0,18% em agosto. No índice referente à mão de obra, houve redução de 0,06% para 0,01%.
De acordo com os dados, ainda no grupo materiais, equipamentos e serviços, dois dos quatro subgrupos componentes apresentaram acréscimo em suas taxas de variação: materiais para estrutura (de 0,11% para 0,21%) e materiais para acabamento (de 0,21% para 0,55%). Já em serviços, a variação passou de 0,50%, em agosto, para 0,42%, em setembro, com destaque para o subgrupo serviços técnicos, que teve variação de 0,71%, ante 1,30%.
Quatro capitais registraram decréscimo nas suas taxas: Brasília (de 0,21% para 0,10%), Rio de Janeiro (de 0,13% para 0,04%), Porto Alegre (de 0,23% para 0,10%) e São Paulo (de 0,14% para 0,13%). Apresentaram aumentos Salvador (de 0,02% para 0,15%), Belo Horizonte (0,21% para 0,25%) e Recife (de 0,20% para 0,31%).
Apesar da redução da taxa global, o índice relativo a materiais, equipamentos e serviços aumentou de 0,25% para 0,27%. A alta foi decorrente do aumento da variação do grupo materiais e equipamentos, cuja taxa ficou 0,23% em setembro ante 0,18% em agosto. No índice referente à mão de obra, houve redução de 0,06% para 0,01%.
De acordo com os dados, ainda no grupo materiais, equipamentos e serviços, dois dos quatro subgrupos componentes apresentaram acréscimo em suas taxas de variação: materiais para estrutura (de 0,11% para 0,21%) e materiais para acabamento (de 0,21% para 0,55%). Já em serviços, a variação passou de 0,50%, em agosto, para 0,42%, em setembro, com destaque para o subgrupo serviços técnicos, que teve variação de 0,71%, ante 1,30%.
Quatro capitais registraram decréscimo nas suas taxas: Brasília (de 0,21% para 0,10%), Rio de Janeiro (de 0,13% para 0,04%), Porto Alegre (de 0,23% para 0,10%) e São Paulo (de 0,14% para 0,13%). Apresentaram aumentos Salvador (de 0,02% para 0,15%), Belo Horizonte (0,21% para 0,25%) e Recife (de 0,20% para 0,31%).
Fonte: Agência Brasil
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