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Notícias
22
set
2011
(GERAL)
MPF/MA recebe denúncia de violência por madeireiros contra índios da etnia Awa Guajá
Em reunião com procurador da República, lideranças indígenas relatam que vêm sofrendo ameaças por parte de madeireiros que estão ocupando o território indígena
Representantes do Conselho Indígena Missionário (Cimi) e indígenas da etnia Awa Guajá, da Terra Indígena Caru, localizada no município de Bom Jardim (MA), se reuniram com o procurador da República Alexandre Silva Soares, nesta terça-feira, 20 de setembro, na sede da Procuradoria da República no Maranhão (PR/MA), para reafirmar que os índios continuam sofrendo ameaças por parte de madeireiros que estão ocupando o território indígena.
Participaram da reunião, além dos indígenas, o procurador da República, juntamente com as representantes do Cimi, Rosimere Diniz e Madalena Borges e os advogados Diogo Cabral e Igor Almeida, representante da Comissão de Direitos Humanos da OAB e da Sociedade Maranhense de Direitos Humanos.
As representantes do Cimi afirmaram que a Fundação Nacional do Índio (Funai) está sendo omissa em relação às denúncias e alega que não tem condições de manter uma fiscalização permanente no local por falta de recursos.
O procurador ressaltou a importância da presença da Funai na região e afirmou que é papel da entidade garantir a segurança e a manutenção do espaço de vida dos índios.
Ele atentou, também, para o problema do desmatamento praticado pelos madeireiros, que afeta sensivelmente os meios de sobrevivência dos índios. Com relação a esse ponto, o MPF frisou que já existem ações judiciais contra os infratores, mas que irá ressaltar à Funai e ao Ibama a necessidade de presença permanente dos órgãos de fiscalização.
Ainda segundo o procurador, as investigações quanto ao fato agora denunciado estão em fase inicial, e muitos pontos ainda não podem ser divulgados para a imprensa. Entretanto, afirmou que o Ministério Público Federal (MPF) já está cobrando ações de fiscalização intensiva por parte da Funai, além de providências de segurança por parte do governo federal para garantir a preservação dos índios Awa Guajá.
Representantes do Conselho Indígena Missionário (Cimi) e indígenas da etnia Awa Guajá, da Terra Indígena Caru, localizada no município de Bom Jardim (MA), se reuniram com o procurador da República Alexandre Silva Soares, nesta terça-feira, 20 de setembro, na sede da Procuradoria da República no Maranhão (PR/MA), para reafirmar que os índios continuam sofrendo ameaças por parte de madeireiros que estão ocupando o território indígena.
Participaram da reunião, além dos indígenas, o procurador da República, juntamente com as representantes do Cimi, Rosimere Diniz e Madalena Borges e os advogados Diogo Cabral e Igor Almeida, representante da Comissão de Direitos Humanos da OAB e da Sociedade Maranhense de Direitos Humanos.
As representantes do Cimi afirmaram que a Fundação Nacional do Índio (Funai) está sendo omissa em relação às denúncias e alega que não tem condições de manter uma fiscalização permanente no local por falta de recursos.
O procurador ressaltou a importância da presença da Funai na região e afirmou que é papel da entidade garantir a segurança e a manutenção do espaço de vida dos índios.
Ele atentou, também, para o problema do desmatamento praticado pelos madeireiros, que afeta sensivelmente os meios de sobrevivência dos índios. Com relação a esse ponto, o MPF frisou que já existem ações judiciais contra os infratores, mas que irá ressaltar à Funai e ao Ibama a necessidade de presença permanente dos órgãos de fiscalização.
Ainda segundo o procurador, as investigações quanto ao fato agora denunciado estão em fase inicial, e muitos pontos ainda não podem ser divulgados para a imprensa. Entretanto, afirmou que o Ministério Público Federal (MPF) já está cobrando ações de fiscalização intensiva por parte da Funai, além de providências de segurança por parte do governo federal para garantir a preservação dos índios Awa Guajá.
Fonte: Procuradoria da República no Maranhão
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