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Notícias
21
set
2011
(MÓVEIS)
Móveis do oeste para o exterior
Incrementar a competitividade nas empresas, disseminar a cultura exportadora das indústrias de móveis do oeste de Santa Catarina e ampliar as vendas no mercado mundial. Esses são os objetivos do convênio que a Associação dos Madeireiros e Moveleiros do Oeste (Amoesc) e o Sindicato da Indústria Madeireira e Moveleira do Vale do Uruguai (Simovale) assinaram com a Federação das Indústrias do Estado de SC (Fiesc) na última semana.
O convênio faz parte do projeto Extensão Industrial Exportadora (PEIEX), criado na esfera do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e Apex Brasil e foi assinado pelos presidentes da Fiesc, Glauco José Côrte e da Amoesc/Simovale, Osni Carlos Verona.
O convênio permitirá ampliar o acesso de aproximadamente 140 empresas do grande oeste catarinense a produtos e serviços de apoio disponíveis nas instituições do governo e setor privado, introduzir melhorias técnico- gerenciais e tecnológicas.
Verona acredita que entre os efeitos que o convênio produzirá estão a elevação dos níveis de emprego e renda, a capacitação para a inovação e a interação e a cooperação entre as empresas e instituições de apoio.
O dirigente expôs que o projeto é estruturante e reconhece a composição dos atores locais (agentes demandantes, empresários, ofertantes, financeiros e o governo local) e as atividades por ela desenvolvidos.
Compromete as instituições locais com a atualização de seus serviços para o atendimento às necessidades das empresas (banco de oferta de serviços) e mobiliza o empresariado para adesão ao projeto.
O presidente da Amoesc/Simovale mostra que, nas empresas, o PEIEX identificará o estágio tecnológico, organizará a gestão e os processos produtivos das empresas, incentivando a qualidade e a busca contínua de melhorias, incluindo o foco em exportação.
Também conscientiza os empresários, mostrando que, após organizada a indústria, o caminho sinaliza novos desafios, como pesquisa de mercado, promoção comercial, implantação de sistema de qualidade, certificação de produtos e comércio exterior.
O núcleo operacional do projeto atuará com um coordenador, um monitor extensionista e quatro extensionistas. Os técnicos extensionistas visitarão as 140 empresas para diagnóstico situacional, implantação de medidas e avaliação dos resultados. A fase inicial compreende a constituição de um banco de dados das empresas locais, a adoção de critérios de priorização de atendimentos e o imediato agendamento das primeiras visitas aos técnicos às empresas.
CENÁRIO
Um diagnóstico preliminar do perfil das empresas do Polo Moveleiro do Oeste, elaborado pelo Sebrae e pela Amoesc/Simovale, revela que a maior parte delas não atua no mercado internacional e desconhece os caminhos e os instrumentos de apoio para vender seus produtos em outros países. Mesmo assim, na região operam meia centena de empresas que exportam cerca de 18 milhões de dólares em móveis ao ano.
O polo moveleiro da Associação dos Moveleiros do Oeste de Santa Catarina (Amoesc) compreende 86 municípios sendo que, em 63 funcionam empresas de móveis. O polo – denominação caracterizada pela concentração de empresas da mesma atividade econômica e mesma região geográfica que desenvolvem atividades integradas – é o primeiro em número de empresas (383 indústrias), o terceiro em geração de empregos (5,5 mil empregos diretos e 15 mil indiretos) e o quarto em movimento econômico.
O convênio faz parte do projeto Extensão Industrial Exportadora (PEIEX), criado na esfera do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e Apex Brasil e foi assinado pelos presidentes da Fiesc, Glauco José Côrte e da Amoesc/Simovale, Osni Carlos Verona.
O convênio permitirá ampliar o acesso de aproximadamente 140 empresas do grande oeste catarinense a produtos e serviços de apoio disponíveis nas instituições do governo e setor privado, introduzir melhorias técnico- gerenciais e tecnológicas.
Verona acredita que entre os efeitos que o convênio produzirá estão a elevação dos níveis de emprego e renda, a capacitação para a inovação e a interação e a cooperação entre as empresas e instituições de apoio.
O dirigente expôs que o projeto é estruturante e reconhece a composição dos atores locais (agentes demandantes, empresários, ofertantes, financeiros e o governo local) e as atividades por ela desenvolvidos.
Compromete as instituições locais com a atualização de seus serviços para o atendimento às necessidades das empresas (banco de oferta de serviços) e mobiliza o empresariado para adesão ao projeto.
O presidente da Amoesc/Simovale mostra que, nas empresas, o PEIEX identificará o estágio tecnológico, organizará a gestão e os processos produtivos das empresas, incentivando a qualidade e a busca contínua de melhorias, incluindo o foco em exportação.
Também conscientiza os empresários, mostrando que, após organizada a indústria, o caminho sinaliza novos desafios, como pesquisa de mercado, promoção comercial, implantação de sistema de qualidade, certificação de produtos e comércio exterior.
O núcleo operacional do projeto atuará com um coordenador, um monitor extensionista e quatro extensionistas. Os técnicos extensionistas visitarão as 140 empresas para diagnóstico situacional, implantação de medidas e avaliação dos resultados. A fase inicial compreende a constituição de um banco de dados das empresas locais, a adoção de critérios de priorização de atendimentos e o imediato agendamento das primeiras visitas aos técnicos às empresas.
CENÁRIO
Um diagnóstico preliminar do perfil das empresas do Polo Moveleiro do Oeste, elaborado pelo Sebrae e pela Amoesc/Simovale, revela que a maior parte delas não atua no mercado internacional e desconhece os caminhos e os instrumentos de apoio para vender seus produtos em outros países. Mesmo assim, na região operam meia centena de empresas que exportam cerca de 18 milhões de dólares em móveis ao ano.
O polo moveleiro da Associação dos Moveleiros do Oeste de Santa Catarina (Amoesc) compreende 86 municípios sendo que, em 63 funcionam empresas de móveis. O polo – denominação caracterizada pela concentração de empresas da mesma atividade econômica e mesma região geográfica que desenvolvem atividades integradas – é o primeiro em número de empresas (383 indústrias), o terceiro em geração de empregos (5,5 mil empregos diretos e 15 mil indiretos) e o quarto em movimento econômico.
Fonte: MB Comunicação Empresarial
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