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Notícias
21
set
2011
(GERAL)
Madeireiros ilegais invadem área de tribos isoladas na Amazônia
Uma expedição realizada no início de setembro na fronteira do Brasil com o Peru confirmou a presença de madeireiros ilegais em áreas pertencentes a tribos isoladas na Amazônia brasileira, informou nesta semana a organização “Survival International”. Segundo a Fundação Nacional do Índio (Funai), ocorrência da invasão de madeireiros na fronteira do Brasil como Peru é conhecida há seis meses.
Segundo uma nota de imprensa da organização, um grupo de 15 pessoas pertencentes às etnias Ashéninka, no Peru, e Ashaninka, instalados na cidade de Marechal Thaumaturgo (AC), se reuniu para investigar as atividades ilegais que os madeireiros realizam na região.
Eles percorreram a região entre os dois países durante cinco dias e encontraram “claras evidências” do trabalho ilegal dos madeireiros, como clareiras, acampamentos e árvores marcadas para corte nas proximidades da aldeia.
De acordo com a Survival, esta atividade ilegal representa um perigo para as comunidades indígena isoladas, já que os povos indígenas são vulneráveis diante das doenças que podem ser transmitidas pelos madeireiros.
No começo de agosto deste ano, os índios peruanos haviam alertado que um grupo armado estava descendo o Rio Envira em direção ao Brasil. A Funai pediu a presença da Polícia Federal (PF), que ficou uma semana na base, conhecida como Xinane, onde localizaram um traficante português, que foi preso pela PF.
O Exército informou que realizou a Operação Xinane entre os dias 9 e 17 de setembro, com homens do 4º Batalhão de Infantaria de Selva, de Rio Branco, na calha do Rio Envira, fronteira do Brasil com o Peru. Segundo a corporação, foram localizadas duas áreas de acampamento de indivíduos não indígenas, por existirem restos de cigarros e latas no local.
Uma varredura foi feita em uma área de 50 quilômetros próxima próxima dos dois pontos de clareira, mas consideram que tais indícios não permitem deduzir sobre a presença de traficantes ou madeireiros no local.
Descoberta – As áreas desmatadas foram registradas através de um sistema GPS de posicionamento e entregues às autoridades brasileiras. Os indígenas também solicitaram ao Governo que melhore o sistema de monitoração no território fronteiriço, para colaborar com os nativos.
“O que mais nos preocupa é que as autoridades não estão assumindo suas responsabilidades. Se eles não resolvem o problema, nosso território continuará sendo invadido, o que provocará mortes”, declarou um índio à Survival.
Como a Funai não pode realizar prisões ou apreensões, a instituição já informou o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (Ibama) e acionou o Comando do Exército para reforçar o policiamento na fronteira.
Segundo uma nota de imprensa da organização, um grupo de 15 pessoas pertencentes às etnias Ashéninka, no Peru, e Ashaninka, instalados na cidade de Marechal Thaumaturgo (AC), se reuniu para investigar as atividades ilegais que os madeireiros realizam na região.
Eles percorreram a região entre os dois países durante cinco dias e encontraram “claras evidências” do trabalho ilegal dos madeireiros, como clareiras, acampamentos e árvores marcadas para corte nas proximidades da aldeia.
De acordo com a Survival, esta atividade ilegal representa um perigo para as comunidades indígena isoladas, já que os povos indígenas são vulneráveis diante das doenças que podem ser transmitidas pelos madeireiros.
No começo de agosto deste ano, os índios peruanos haviam alertado que um grupo armado estava descendo o Rio Envira em direção ao Brasil. A Funai pediu a presença da Polícia Federal (PF), que ficou uma semana na base, conhecida como Xinane, onde localizaram um traficante português, que foi preso pela PF.
O Exército informou que realizou a Operação Xinane entre os dias 9 e 17 de setembro, com homens do 4º Batalhão de Infantaria de Selva, de Rio Branco, na calha do Rio Envira, fronteira do Brasil com o Peru. Segundo a corporação, foram localizadas duas áreas de acampamento de indivíduos não indígenas, por existirem restos de cigarros e latas no local.
Uma varredura foi feita em uma área de 50 quilômetros próxima próxima dos dois pontos de clareira, mas consideram que tais indícios não permitem deduzir sobre a presença de traficantes ou madeireiros no local.
Descoberta – As áreas desmatadas foram registradas através de um sistema GPS de posicionamento e entregues às autoridades brasileiras. Os indígenas também solicitaram ao Governo que melhore o sistema de monitoração no território fronteiriço, para colaborar com os nativos.
“O que mais nos preocupa é que as autoridades não estão assumindo suas responsabilidades. Se eles não resolvem o problema, nosso território continuará sendo invadido, o que provocará mortes”, declarou um índio à Survival.
Como a Funai não pode realizar prisões ou apreensões, a instituição já informou o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (Ibama) e acionou o Comando do Exército para reforçar o policiamento na fronteira.
Fonte: Eduardo Carvalho e Glauco Araújo/ Globo Natureza
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