Voltar
Notícias
17
set
2011
(SETOR FLORESTAL)
Tarifas de água e luz devem financiar preservação de florestas, diz especialista
Em debate nas comissões de Meio Ambiente (CMA), de Agricultura (CRA) e de Ciência, e Tecnologia (CCT), Virgílio Viana, superintendente da Fundação Amazonas Sustentável, sugeriu que os recursos correspondentes a 1% do pagamento das contas de água e luz sejam usados para remunerar aqueles que mantêm as florestas, essenciais para a geração de energia e o abastecimento das cidades.
Viana ressaltou a necessidade de o Senado aprimorar a versão do projeto de reforma do Código Florestal (PLC 30/2011) aprovada na Câmara, que está focada, como observou, em instrumentos de comando e controle e não avança na definição de mecanismos econômicos para incentivar a preservação ambiental.
Para ele, a discussão do projeto da Câmara levou à visão equivocada de que a conservação das florestas é contra o interesse nacional. Ao contrário, reforçou, as áreas vegetadas são essenciais para a geração de energia, para a produção agropecuária e para o abastecimento de água nas cidades.
Ele defendeu a inclusão, no novo código, de base legal que permita a valoração do carbono produzido pelas florestas, com definição jurídica clara que facilite a elaboração dos contratos.
Também Carlos Eduardo Young, professor do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro, destacou a necessidade de aprovação de regras claras que incentivem o pagamento por serviços ambientais.
Viana ressaltou a necessidade de o Senado aprimorar a versão do projeto de reforma do Código Florestal (PLC 30/2011) aprovada na Câmara, que está focada, como observou, em instrumentos de comando e controle e não avança na definição de mecanismos econômicos para incentivar a preservação ambiental.
Para ele, a discussão do projeto da Câmara levou à visão equivocada de que a conservação das florestas é contra o interesse nacional. Ao contrário, reforçou, as áreas vegetadas são essenciais para a geração de energia, para a produção agropecuária e para o abastecimento de água nas cidades.
Ele defendeu a inclusão, no novo código, de base legal que permita a valoração do carbono produzido pelas florestas, com definição jurídica clara que facilite a elaboração dos contratos.
Também Carlos Eduardo Young, professor do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro, destacou a necessidade de aprovação de regras claras que incentivem o pagamento por serviços ambientais.
Fonte: Agência Senado
Notícias em destaque
Webinar da WMCO explorará mercados e recursos alternativos para exportação de produtos de madeira.
O Cluster de Fabricação de Madeira de Ontário apresentará um webinar intitulado “Mercados e Recursos...
(EVENTOS)
Só marretadas e encaixes “macho e fêmea”, nada de pregos ou fixadores metálicos
Só marretadas e encaixes “macho e fêmea”, nada de pregos ou fixadores metálicos: como são feitas as casas...
(CONSTRUÇÃO CIVIL)
Pará pode aumentar exportações em até 50 por cento com novas rotas para o Pacífico, indicam economistas
Infraestrutura logística inédita deve reduzir custos, acelerar o acesso ao mercado asiático e impulsionar setores como...
(MERCADO)
Pinheiro-americano ameaça biodiversidade e recursos hídricos na Serra do Cipó
Pesquisadores da UFMG alertam para o avanço de espécie invasora que aumenta risco de incêndios e prejudica a...
(GERAL)
Com estrutura totalmente de madeira encaixada, ponte histórica atravessa um rio sem usar aço, concreto, pregos ou qualquer argamassa
Com estrutura totalmente de madeira encaixada, cinco arcos consecutivos e quase 200 metros de extensão, esta ponte histórica...
(MADEIRA E PRODUTOS)
Erva-mate fatura mais de R$ 1 bi e pode ter novo ciclo de crescimento no Paraná
Estado pretende implantar ações voltadas à rastreabilidade e ao padrão de qualidade do produto
A erva-mate...
(AGRO)














