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Notícias
17
set
2011
(GERAL)
Brasil sediará primeiro centro de pesquisas que não realiza teste em animais da América Latina
A partir de um acordo de cooperação assinado na última terça-feira (13), no Rio de Janeiro, será instalado, no Brasil, o primeiro centro para validação de pesquisas sem o uso de animais da América do Sul.
Com participação do Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS), em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), serão desenvolvidos métodos alternativos que reduzam, substituam ou excluam totalmente o teste em animais.
Em entrevista à Agência Brasil, a vice-diretora de Pesquisa e Ensino do INCQS, Isabela Delgado, afirma:“Existe, no Brasil, o processo de desenvolvimento de tecnologias, os grupos que estudam alternativas e a aceitação regulatória desses métodos. O centro vem preencher essa lacuna. De maneira organizada, vamos trabalhar os dados e organizar grupos de pesquisas para que novas metodologias sejam fomentadas e passem a ser métodos oficiais”, detalhou a especialista.
O documento assinado pelas instituições garante a criação do Centro Brasileiro de Validação de Métodos Alternativos (Bracvam), porém, ainda não há previsão de quando serão iniciadas as pesquisas. Ainda de acordo com Isabela Delgado, o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), ligado ao Ministério de Ciência e Tecnologia manifestou que pretende apoiar a iniciativa.
O CNPQ deve investir cerca de R$ 700 mil para garantir a validação de técnicas reconhecidas nos Estados Unidos e na Europa, avaliando o que já foi aprovado e incorporando ao cenário nacional. As exceções ficam por conta das especificidades do Brasil, como é o caso do soro antiofídico. Algumas espécies de serpentes só existem no país e, neste caso, serão criadas e validadas as metodologias alternativas, em médio prazo.
Com participação do Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS), em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), serão desenvolvidos métodos alternativos que reduzam, substituam ou excluam totalmente o teste em animais.
Em entrevista à Agência Brasil, a vice-diretora de Pesquisa e Ensino do INCQS, Isabela Delgado, afirma:“Existe, no Brasil, o processo de desenvolvimento de tecnologias, os grupos que estudam alternativas e a aceitação regulatória desses métodos. O centro vem preencher essa lacuna. De maneira organizada, vamos trabalhar os dados e organizar grupos de pesquisas para que novas metodologias sejam fomentadas e passem a ser métodos oficiais”, detalhou a especialista.
O documento assinado pelas instituições garante a criação do Centro Brasileiro de Validação de Métodos Alternativos (Bracvam), porém, ainda não há previsão de quando serão iniciadas as pesquisas. Ainda de acordo com Isabela Delgado, o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), ligado ao Ministério de Ciência e Tecnologia manifestou que pretende apoiar a iniciativa.
O CNPQ deve investir cerca de R$ 700 mil para garantir a validação de técnicas reconhecidas nos Estados Unidos e na Europa, avaliando o que já foi aprovado e incorporando ao cenário nacional. As exceções ficam por conta das especificidades do Brasil, como é o caso do soro antiofídico. Algumas espécies de serpentes só existem no país e, neste caso, serão criadas e validadas as metodologias alternativas, em médio prazo.
Fonte: EcoD
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