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Notícias
16
set
2011
(CARBONO)
Paraná solicita mercado de crédito de carbono
O Seminário Paraná Emissão Zero, marcado para o dia 29 em Paranavaí (PR), terá dois pré-lançamentos nas cidades de Campo Mourão (dia 16) e Maringá (dia 19). Os eventos acontecem nesta sexta-feira (16) em Campo Mourão e na próxima segunda (19) em Marigá, nas sedes das sociedades rurais.
O Seminário pretende estimular o Governo do Paraná a criar uma instituição pública governamental responsável pela emissão de certificados de crédito de carbono. Além disso, a ideia é instituir instrumentos jurídicos que permitam aos detentores desses certificados sua comercialização no mercado mundial. “Queremos sensibilizar o Governo para que crie um mercado de crédito de carbono no Paraná”, diz Demerval Silvestre, coordenador do encontro.
Segundo ele, os detentores dos certificados serão os produtores rurais que possuem matas ciliares e reservas legais constituídas, contribuindo, assim, para a redução da emissão de CO2 (gás carbônico) na atmosfera. “Os produtores que obtiverem os certificados integrarão um banco de dados. Assim, as empresas poluentes - públicas ou privadas - que necessitem neutralizar suas emissões, consultariam esse acervo e poderiam comprar esses certificados”, observa ele.
De acordo com Silvestre, existem muitas empresas estrangeiras em busca de certificados de crédito de carbono no mundo inteiro, sendo que para que os produtores paranaenses tenham acesso a esses recursos, é preciso haver normativas ambientais que orientem os passos a serem dados no sentido de reivindicar a organismos internacionais o reconhecimento do Paraná como Estado com produção sustentável. “Com a normatização nosso Estado assegurará a conquista desse mercado em expansão”, aposta ele.
Para Silvestre, as propostas a serem apresentadas no Seminário servirão para “corrigir distorções da atual legislação”, que, em sua análise, “individualiza a responsabilidade ambiental”. Ele observa que, de acordo com a lei brasileira, o produtor rural é discriminado, cabendo somente a ele responder pela preservação do meio ambiente. “Esta deve ser uma preocupação coletiva. É preciso que todos assumam o ônus de agir no sentido de conquistar um mundo mais limpo, e com melhor qualidade de vida para a população”, salienta.
O Seminário pretende estimular o Governo do Paraná a criar uma instituição pública governamental responsável pela emissão de certificados de crédito de carbono. Além disso, a ideia é instituir instrumentos jurídicos que permitam aos detentores desses certificados sua comercialização no mercado mundial. “Queremos sensibilizar o Governo para que crie um mercado de crédito de carbono no Paraná”, diz Demerval Silvestre, coordenador do encontro.
Segundo ele, os detentores dos certificados serão os produtores rurais que possuem matas ciliares e reservas legais constituídas, contribuindo, assim, para a redução da emissão de CO2 (gás carbônico) na atmosfera. “Os produtores que obtiverem os certificados integrarão um banco de dados. Assim, as empresas poluentes - públicas ou privadas - que necessitem neutralizar suas emissões, consultariam esse acervo e poderiam comprar esses certificados”, observa ele.
De acordo com Silvestre, existem muitas empresas estrangeiras em busca de certificados de crédito de carbono no mundo inteiro, sendo que para que os produtores paranaenses tenham acesso a esses recursos, é preciso haver normativas ambientais que orientem os passos a serem dados no sentido de reivindicar a organismos internacionais o reconhecimento do Paraná como Estado com produção sustentável. “Com a normatização nosso Estado assegurará a conquista desse mercado em expansão”, aposta ele.
Para Silvestre, as propostas a serem apresentadas no Seminário servirão para “corrigir distorções da atual legislação”, que, em sua análise, “individualiza a responsabilidade ambiental”. Ele observa que, de acordo com a lei brasileira, o produtor rural é discriminado, cabendo somente a ele responder pela preservação do meio ambiente. “Esta deve ser uma preocupação coletiva. É preciso que todos assumam o ônus de agir no sentido de conquistar um mundo mais limpo, e com melhor qualidade de vida para a população”, salienta.
Fonte: CeluloseOnline.
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