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Notícias
14
set
2011
(QUEIMADAS)
Veja como minimizar efeitos da seca e de fumaça de queimadas
Os danos à saúde causados pelo tempo seco que atinge várias regiões do país podem ser minimizados com alguns cuidados, afirmam os médicos. O mesmo não ocorre com os efeitos da fumaça resultante das queimadas, como as que atingem o Distrito Federal há uma semana, diz o pneumologista Ricardo Martins, de Brasília.
Nesta segunda-feira (12), a mãe da presidente Dilma Rousseff, Dilma Jane, de 88 anos, passou mal por causa do tempo seco em Brasília. Ela teve um problema respiratório e necessitou de atendimento médico.
Veja abaixo os problemas mais comuns decorrentes da baixa umidade do ar e das partículas em suspensão dos incêndios florestais e dicas de como reduzir seus efeitos.
Pele – segundo a dermatologista Cristiane Dal Magro, a hidratação da pele deve ser feita com um creme, mas para ser mais eficaz, é importante que ocorra em até três minutos após o banho. “Chamamos essa orientação de dica de ouro da hidratação. É nesse período que a pele absorve melhor os princípios ativos do hidratante.”
Nas peles mais sensíveis, a secura pode causar fenômenos alérgicos, como a dermatite atópica, lembra a dermatologista. “Outro fenômeno relacionado ao tempo seco é o eczema, que gera inflamação e irritação, com formação de placas vermelhas e engrossamento da pele”, diz.
Nariz e olhos – outro efeito da baixa umidade sobre o corpo é o ressecamento das mucosas e dos olhos, diz o médico Maurício Menezes de Souza, que atua na área de clínica médica. “Por causa desse ressecamento, o nariz e os olhos podem ficar irritados. No nariz, como os vasos são muitos superficiais, o ressecamento pode causar sangramento”, explica.
Outra consequência relacionada ao ressecamento da mucosa do nariz é a maior vulnerabilidade a viroses. “Com a umidade natural da parede do nariz, vírus e bactérias aderem e ali morrem. Com a mucosa seca, o nariz perde essa capacidade de filtro”, afirma Menezes. Solução fisiológica pode hidratar os olhos e nariz, aliviando o desconforto.
Pulmão – órgão mais afetado pelas partículas em suspensão provocadas pela fumaça de incêndios. O pneumologista Ricardo Martins diz que não há muito o que fazer. Segundo ele, o excesso de fumaça faz com que a respiração se dê de maneira mais prejudicada, tanto pela redução da concentração de oxigênio, quanto pela competição com outros gases. As pessoas devem evitar dirigir nos horários de pico de trânsito, quando há maior concentração de gases produzidos pelos veículos.
Pessoas que vivem próximas de áreas de incêndios devem fechar janelas, portas e umidificar o ambiente de casa com bacias d’água, toalhas molhadas e equipamentos de umidificação, se possível.
Consumo de líquidos – O clínico Maurício Menezes lembra que a hidratação é fundamental para evitar os transtornos da baixa umidade no corpo. “Existe um equilíbrio de água no nosso organismo. Para mantê-lo, a pessoa deve ingerir de dois a três litros de água pura ou em sucos. A bebida alcoólica não é recomendada para hidratar, porque o álcool inibe o hormônio antidiurético, o que faz com que a água do corpo seja eliminada mais rapidamente.”
Nesta segunda-feira (12), a mãe da presidente Dilma Rousseff, Dilma Jane, de 88 anos, passou mal por causa do tempo seco em Brasília. Ela teve um problema respiratório e necessitou de atendimento médico.
Veja abaixo os problemas mais comuns decorrentes da baixa umidade do ar e das partículas em suspensão dos incêndios florestais e dicas de como reduzir seus efeitos.
Pele – segundo a dermatologista Cristiane Dal Magro, a hidratação da pele deve ser feita com um creme, mas para ser mais eficaz, é importante que ocorra em até três minutos após o banho. “Chamamos essa orientação de dica de ouro da hidratação. É nesse período que a pele absorve melhor os princípios ativos do hidratante.”
Nas peles mais sensíveis, a secura pode causar fenômenos alérgicos, como a dermatite atópica, lembra a dermatologista. “Outro fenômeno relacionado ao tempo seco é o eczema, que gera inflamação e irritação, com formação de placas vermelhas e engrossamento da pele”, diz.
Nariz e olhos – outro efeito da baixa umidade sobre o corpo é o ressecamento das mucosas e dos olhos, diz o médico Maurício Menezes de Souza, que atua na área de clínica médica. “Por causa desse ressecamento, o nariz e os olhos podem ficar irritados. No nariz, como os vasos são muitos superficiais, o ressecamento pode causar sangramento”, explica.
Outra consequência relacionada ao ressecamento da mucosa do nariz é a maior vulnerabilidade a viroses. “Com a umidade natural da parede do nariz, vírus e bactérias aderem e ali morrem. Com a mucosa seca, o nariz perde essa capacidade de filtro”, afirma Menezes. Solução fisiológica pode hidratar os olhos e nariz, aliviando o desconforto.
Pulmão – órgão mais afetado pelas partículas em suspensão provocadas pela fumaça de incêndios. O pneumologista Ricardo Martins diz que não há muito o que fazer. Segundo ele, o excesso de fumaça faz com que a respiração se dê de maneira mais prejudicada, tanto pela redução da concentração de oxigênio, quanto pela competição com outros gases. As pessoas devem evitar dirigir nos horários de pico de trânsito, quando há maior concentração de gases produzidos pelos veículos.
Pessoas que vivem próximas de áreas de incêndios devem fechar janelas, portas e umidificar o ambiente de casa com bacias d’água, toalhas molhadas e equipamentos de umidificação, se possível.
Consumo de líquidos – O clínico Maurício Menezes lembra que a hidratação é fundamental para evitar os transtornos da baixa umidade no corpo. “Existe um equilíbrio de água no nosso organismo. Para mantê-lo, a pessoa deve ingerir de dois a três litros de água pura ou em sucos. A bebida alcoólica não é recomendada para hidratar, porque o álcool inibe o hormônio antidiurético, o que faz com que a água do corpo seja eliminada mais rapidamente.”
Fonte: G1
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