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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Queimadas: Estrutura do Ibama não é suficiente em Cáceres (MT)
Com a proibição das queimadas em todo Mato Grosso, até o dia 15 de setembro, 25 instituições federais, estaduais e municipais, irão formar uma força-tarefa para que seja cumprida a portaria conjunta do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e a Fundação Estadual do Meio Ambiente (Fema). A portaria proíbe o uso do fogo no solo mato-grossense. As queimadas somente poderão ser feitas nos canaviais, entre o horário das 18 horas às seis horas da manhã.
A força-tarefa irá contar este ano com a participação do efetivo do Exército Brasileiro, que irá atuar em operações conjuntas para o combate ao desmatamento na Amazônia Legal. Em Cáceres, o chefe regional do Ibama Laércio de Souza Campos informa que o órgão conta com pouca estrutura para fiscalizar o cumprimento da lei.
Segundo ele, são apenas sete funcionários e uma única viatura, para ações em 16 municípios da região, referentes não só ao combate das queimadas, como as de controle de desmatamento, pesca predatória, retirada ilegal de madeira, tráfico de animais silvestres, entre outros crimes ambientais.
O efetivo reduzido coloca em risco o ambiente sobretudo nessa época do ano, quando o índice de chuvas em Cáceres é reduzido por conta da seca. Ele confirmou o apoio do Exército, assim como o do Corpo de Bombeiros, em operações que devem ter início em breve em toda a Amazônia Legal, englobando parte de Mato Grosso. Há mais de uma década, o Estado lidera o ranking nacional em focos de calor. As principais causas para o número de queimadas seriam a abertura de lavouras, especialmente em assentamentos rurais, de acordo com o Ibama.
Fonte: Amazônia.org.br – 20/07/2004
A força-tarefa irá contar este ano com a participação do efetivo do Exército Brasileiro, que irá atuar em operações conjuntas para o combate ao desmatamento na Amazônia Legal. Em Cáceres, o chefe regional do Ibama Laércio de Souza Campos informa que o órgão conta com pouca estrutura para fiscalizar o cumprimento da lei.
Segundo ele, são apenas sete funcionários e uma única viatura, para ações em 16 municípios da região, referentes não só ao combate das queimadas, como as de controle de desmatamento, pesca predatória, retirada ilegal de madeira, tráfico de animais silvestres, entre outros crimes ambientais.
O efetivo reduzido coloca em risco o ambiente sobretudo nessa época do ano, quando o índice de chuvas em Cáceres é reduzido por conta da seca. Ele confirmou o apoio do Exército, assim como o do Corpo de Bombeiros, em operações que devem ter início em breve em toda a Amazônia Legal, englobando parte de Mato Grosso. Há mais de uma década, o Estado lidera o ranking nacional em focos de calor. As principais causas para o número de queimadas seriam a abertura de lavouras, especialmente em assentamentos rurais, de acordo com o Ibama.
Fonte: Amazônia.org.br – 20/07/2004
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