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Notícias
09
set
2011
(GERAL)
Fogo na floresta da USP foi intencional, disse técnico do Ibama
O início do incêndio na floresta da USP em Ribeirão Preto, que consumiu 82 hectares de área verde, foi intencional, diz o técnico Celso Luiz Ambrósio, do Prevfogo (Centro Nacional de Prevenção e Combate a Incêndios Florestais), do Ibama.
O caso aconteceu há 23 dias. Segundo Ambrósio, após 15 dias de análise na área não foram encontrados sinais de que o fogo começou de modo acidental ou que tenha se alastrado após a queima de lixo em área próxima. No dia da queima, essa possibilidade foi apontada pelo coordenador do campus, José Moacir Marin.
As análises do Ibama não apontam culpados, mas Ambrósio levanta suspeitas sobre a intenção do criminoso. Uma das hipóteses é que o fogo começou com a queima de capim em uma área próxima à floresta.
O local é usado para pastagem de cavalos. Segundo Ambrósio, a queima do capim seco provocaria o renascimento verde da vegetação, para que os animais se alimentassem melhor.
Outras hipóteses apontam doenças mentais e até vingança.
"Pode ter sido um piromaníaco, que colocou fogo só para ver queimar, ou alguém que fez isso por vingança", disse.
O laudo de Ambrósio será encaminhado à USP na próxima semana. A universidade informou que só vai se pronunciar após receber o laudo.
O caso aconteceu há 23 dias. Segundo Ambrósio, após 15 dias de análise na área não foram encontrados sinais de que o fogo começou de modo acidental ou que tenha se alastrado após a queima de lixo em área próxima. No dia da queima, essa possibilidade foi apontada pelo coordenador do campus, José Moacir Marin.
As análises do Ibama não apontam culpados, mas Ambrósio levanta suspeitas sobre a intenção do criminoso. Uma das hipóteses é que o fogo começou com a queima de capim em uma área próxima à floresta.
O local é usado para pastagem de cavalos. Segundo Ambrósio, a queima do capim seco provocaria o renascimento verde da vegetação, para que os animais se alimentassem melhor.
Outras hipóteses apontam doenças mentais e até vingança.
"Pode ter sido um piromaníaco, que colocou fogo só para ver queimar, ou alguém que fez isso por vingança", disse.
O laudo de Ambrósio será encaminhado à USP na próxima semana. A universidade informou que só vai se pronunciar após receber o laudo.
Fonte: Elida Oliveira - de Ribeirão Preto
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