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Notícias
09
set
2011
(ECONOMIA)
Brasil subiu cinco posições em ranking de competitividade mundial
A edição de 2011 do Relatório Global de Competitividade do Fórum Econômico Mundial mostra que o Brasil ocupa a 53º posição no ranking - cinco posições acima da última edição da pesquisa. Na primeira posição, aparece a Suíça, seguida por Cingapura e Suécia como as economias mais competitivas do mundo. O Japão continua como o segundo país asiático a aparecer no ranking, em 9º lugar, apesar de cair três posições com relação ao ano passado. Já os Estados Unidos, continuam em declínio pelo terceiro ano consecutivo, caindo mais uma posição, para o 5º lugar. Na Zona do Euro, a liderança continua com a Alemanha, embora tenha perdido uma posição, para o 6º lugar.
Os resultados mostram que, enquanto a competitividade nas economias desenvolvidas se manteve estagnada pelos últimos sete anos, em muitos mercados emergentes ela melhorou, colocando seu crescimento em uma trajetória mais estável e espelhando a mudança da atividade econômica das economias desenvolvidas para as emergentes.
O estudo analisa cada país em 12 pilares de competitividade, entre eles estão educação, mercado financeiro, tecnologia e infraestrutura. Entre os quesitos, o Brasil teve destaque em instituições, cujo salto foi de 16 posições. Na contramão, o país teve decréscimo de quatro posições no pilar estabilidade macroeconômica.
Segundo Carlos Arruda, coordenador do Núcleo de Inovação e de Competitividade da Fundação Dom Cabral, os ganhos de posição registrados pelo Brasil não estão ligados unicamente às mudanças no nível de renda per capita e na metodologia.
"Essa evolução é também um reflexo das mudanças empreendidas pelo país nos últimos anos, em especial no que diz respeito à estabilidade econômica, à inclusão econômica e social e ao consequente crescimento do mercado doméstico", avalia.
Os resultados mostram que, enquanto a competitividade nas economias desenvolvidas se manteve estagnada pelos últimos sete anos, em muitos mercados emergentes ela melhorou, colocando seu crescimento em uma trajetória mais estável e espelhando a mudança da atividade econômica das economias desenvolvidas para as emergentes.
O estudo analisa cada país em 12 pilares de competitividade, entre eles estão educação, mercado financeiro, tecnologia e infraestrutura. Entre os quesitos, o Brasil teve destaque em instituições, cujo salto foi de 16 posições. Na contramão, o país teve decréscimo de quatro posições no pilar estabilidade macroeconômica.
Segundo Carlos Arruda, coordenador do Núcleo de Inovação e de Competitividade da Fundação Dom Cabral, os ganhos de posição registrados pelo Brasil não estão ligados unicamente às mudanças no nível de renda per capita e na metodologia.
"Essa evolução é também um reflexo das mudanças empreendidas pelo país nos últimos anos, em especial no que diz respeito à estabilidade econômica, à inclusão econômica e social e ao consequente crescimento do mercado doméstico", avalia.
Fonte: Brasil Econômico/Adaptado por CeluloseOnline
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