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Notícias
08
set
2011
(GERAL)
Mesmo embargadas, madeireiras maranhenses continuavam a operar ilegalmente
Oito dias após deflagrar uma operação para coibir a retirada de madeira de áreas protegidas, no Maranhão, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) já desativou dez serrarias. O órgão também aplicou multas no valor de R$ 1,9 milhão e apreendeu 3,2 mil metros cúbicos de madeira irregular. O material confiscado é suficiente para encher 160 caminhões.
As dez madeireiras desativadas tinham sido embargadas no ano passado, mas, segundo o Ibama, continuavam funcionando ilegalmente. No total, foram fiscalizadas 15 empresas do polo madeireiro da cidade de Buriticupu, a 420 quilômetros de São Luís. As serrarias são suspeitas de trabalharem com madeira extraída ilegalmente da Reserva Biológica do Gurupi e das terras indígenas Awá, Carú e Alto Turiaçu.
Além do descumprimento de embargos e da falta de licenças ambientais, os fiscais flagraram uma madeireira que, mesmo tendo sido embargada em 2010, obteve da Secretaria Estadual de Meio Ambiente uma licença ambiental de operação. Em outra empresa foram encontrados paus-amarelos (Euxylophora paraensis), uma árvore ameaçada de extinção. De acordo com o Ibama, algumas das serrarias também fraudavam documentos de origem florestal, que possibilita o controle do comércio e transporte de produtos florestais, ou usavam “laranjas” no comando dos empreendimentos ilegais.
De acordo com o chefe da Divisão de Fiscalização do Ibama no Maranhão, Ciclene Brito, boa parte das transações suspeitas identificadas pelo instituto em auditorias nos documento emitidos pelo estado estava relacionada ao Polo Madeireiro de Buriticupu.
As dez madeireiras desativadas tinham sido embargadas no ano passado, mas, segundo o Ibama, continuavam funcionando ilegalmente. No total, foram fiscalizadas 15 empresas do polo madeireiro da cidade de Buriticupu, a 420 quilômetros de São Luís. As serrarias são suspeitas de trabalharem com madeira extraída ilegalmente da Reserva Biológica do Gurupi e das terras indígenas Awá, Carú e Alto Turiaçu.
Além do descumprimento de embargos e da falta de licenças ambientais, os fiscais flagraram uma madeireira que, mesmo tendo sido embargada em 2010, obteve da Secretaria Estadual de Meio Ambiente uma licença ambiental de operação. Em outra empresa foram encontrados paus-amarelos (Euxylophora paraensis), uma árvore ameaçada de extinção. De acordo com o Ibama, algumas das serrarias também fraudavam documentos de origem florestal, que possibilita o controle do comércio e transporte de produtos florestais, ou usavam “laranjas” no comando dos empreendimentos ilegais.
De acordo com o chefe da Divisão de Fiscalização do Ibama no Maranhão, Ciclene Brito, boa parte das transações suspeitas identificadas pelo instituto em auditorias nos documento emitidos pelo estado estava relacionada ao Polo Madeireiro de Buriticupu.
Fonte: Reportagem de Alex Rodrigues, da Agência Brasil,
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