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Notícias
06
set
2011
(IBAMA)
Operação do Ibama apreende 2,3 mil m³ de madeira ilegal
Uma operação conjunta entre o Ibama, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), a Força Nacional de Segurança e as Polícias Federal (PF) e Rodoviária Federal (PRF) apreendeu mais de 2,3 mil m³ de madeira extraída ilegalmente da Reserva Biológica do Gurupi, localizada na área amazônica entre o Pará e o Maranhão.
Agentes do Ibama e do ICMBio chegaram de helicóptero ao norte da reserva, localizada a cerca de 150 km de Paragominas (PA) e 140 km de Zé Doca (MA). No local, os agentes identificaram grande movimentação de caminhões e tratores na área protegida, cujo acesso é restritos. Foram encontrados quilômetros de estradas abertas por madeireiros na floresta para a retirada ilegal de madeira.
O primeiro levantamento indica a existência de cerca de 20 áreas de armazenamento na mata com centenas de árvores amazônicas abatidas, como louro, jatobá, maçaranduba, ipê e amarelão. Na ação, o Ibama apreendeu um caminhão toureiro, duas carretas bitrem, duas pás-carregadeiras adaptadas para empilhar toras, m trator, duas caminhonetes Mitsubishi L200, uma caminhonete Ford F1000, um caminhão Toyota, cinco espingardas, munição, três armas artesanais de caça, três pacas abatidas e material de pesca.
Ainda no sábado, com a chegada da Força Nacional, dois acampamentos com 20 homens empregados na derrubada da floresta foram tomados e destruídos. Nova suspeitos de integrar o esquema de extração ilegal foram detidos pela Polícia Federal para prestarem esclarecimentos.
De acordo com o Ibama, os trabalhadores que operavam o maquinário eram mantidos em "condições subumanas", alojados sob tendas de lona no meio da mata, sem registro na carteira de trabalho. "Muitos não sabiam nem o valor do salário que recebiam ao final do mês", diz nota do órgão.
Os funcionários relataram às autoridades ambientais como era feito o transporte da madeira ilegal. Segundo eles, nos últimos dois meses, oito caminhões carregados de toras saíam de madrugada com destino a uma grande madeireira da Vila Santa Bárbara, no Beiradão, às margens do rio Gurupi. "Vamos fazer uma devassa nessa madeireira que explorava e esquentava a madeira da reserva", prometeu o coordenador da operação Maurítia, Wílson Rocha Cardoso.
Durante a operação Maurítia, o Ibama já aplicou cerca de R$ 1,3 milhão em multas, destruiu dezenas de fornos de carvão, apreendeu 1,5 mil m³ de madeira em tora, 879 m³ do produto serrado, um revólver calibre 38, uma espingarda calibre 12, uma carreta flagrada transportando 30 m³ de madeira nativa sem origem legal e desmontou três serrarias. Também participam da operação o Ministério do Trabalho e o Sistema de Proteção da Amazônia.
Agentes do Ibama e do ICMBio chegaram de helicóptero ao norte da reserva, localizada a cerca de 150 km de Paragominas (PA) e 140 km de Zé Doca (MA). No local, os agentes identificaram grande movimentação de caminhões e tratores na área protegida, cujo acesso é restritos. Foram encontrados quilômetros de estradas abertas por madeireiros na floresta para a retirada ilegal de madeira.
O primeiro levantamento indica a existência de cerca de 20 áreas de armazenamento na mata com centenas de árvores amazônicas abatidas, como louro, jatobá, maçaranduba, ipê e amarelão. Na ação, o Ibama apreendeu um caminhão toureiro, duas carretas bitrem, duas pás-carregadeiras adaptadas para empilhar toras, m trator, duas caminhonetes Mitsubishi L200, uma caminhonete Ford F1000, um caminhão Toyota, cinco espingardas, munição, três armas artesanais de caça, três pacas abatidas e material de pesca.
Ainda no sábado, com a chegada da Força Nacional, dois acampamentos com 20 homens empregados na derrubada da floresta foram tomados e destruídos. Nova suspeitos de integrar o esquema de extração ilegal foram detidos pela Polícia Federal para prestarem esclarecimentos.
De acordo com o Ibama, os trabalhadores que operavam o maquinário eram mantidos em "condições subumanas", alojados sob tendas de lona no meio da mata, sem registro na carteira de trabalho. "Muitos não sabiam nem o valor do salário que recebiam ao final do mês", diz nota do órgão.
Os funcionários relataram às autoridades ambientais como era feito o transporte da madeira ilegal. Segundo eles, nos últimos dois meses, oito caminhões carregados de toras saíam de madrugada com destino a uma grande madeireira da Vila Santa Bárbara, no Beiradão, às margens do rio Gurupi. "Vamos fazer uma devassa nessa madeireira que explorava e esquentava a madeira da reserva", prometeu o coordenador da operação Maurítia, Wílson Rocha Cardoso.
Durante a operação Maurítia, o Ibama já aplicou cerca de R$ 1,3 milhão em multas, destruiu dezenas de fornos de carvão, apreendeu 1,5 mil m³ de madeira em tora, 879 m³ do produto serrado, um revólver calibre 38, uma espingarda calibre 12, uma carreta flagrada transportando 30 m³ de madeira nativa sem origem legal e desmontou três serrarias. Também participam da operação o Ministério do Trabalho e o Sistema de Proteção da Amazônia.
Fonte: Ibama/Adaptado por CeluloseOnline
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