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Notícias
05
set
2011
(MÓVEIS)
Mídias sociais como ferramenta de vendas no varejo de móveis
A Internet no mundo já é utilizada por mais de 2 bilhões de pessoas, e cerca de 65% deste público interage com freqüência em redes sociais como Facebook, Orkut, Linkedin, Twitter, MySpace - apenas para citar algumas das principais – em todo o mundo, e no Brasil, além da grande utilização dos canais, começa a ser explorado também para ampliar vendas no varejo de móveis, a exemplo de uma iniciativa do Magazine Luiza chamada “Magazine Você”.
Estudo divulgado pela pela Society for New Communications em 2011 aponta que 55% dos principais dirigentes de empresas estão cadastrados de 3 a 5 redes sociais, e relatam como principal razão para tal envolvimento a forma como estas redes auxiliam no processo de decisão. Cerca de 80% dos diretores e presidentes consideram este o fator principal para o uso das redes sociais.
No Brasil, variando de acordo com o critério adotado, temos mais de 80 milhões de pessoas com acesso a Internet. Estima-se que cerca de 87% dos usuários de Internet utilizem redes sociais regularmente, dividindo o tempo destinado a estes canais em 83% para motivos pessoais e 17% a profissionais.
A indústria moveleira e cadeia de fornecedores começou há perceber a utilidade destes canais como meio de contato com clientes, parceiros, fornecedores e também o consumidor final.
O projeto divulgado pelo Magazine Luiza introduz o conceito de social commerce no mercado de móveis, uma evolução do comércio eletrônico, utilizando as redes sociais como canal de divulgação e vendas. Em tese qualquer pessoa poderá ter sua própria loja em canais como Facebook e Orkut, com até 60 produtos da rede, e divulgar entre amigos, parentes.
A rede de lojas, comissionará os chamados “divulgadores” – nome dado aos consultores de vendas donos das lojas nas redes sociais – em uma faixa variando de 2,5% a 4,5%.
Nos primeiros meses apenas parentes de funcionários da rede poderão criar as vitrines virtuais, e em um segundo momento os clientes poderão montar suas próprias lojas. A partir do momento que a rede atingir 10.000 consultores o projeto deve ser aberto a qualquer usuário com interesse em ter sua própria loja virtual. Esta meta deve ser atingida nos primeiros 9 meses do projeto, chegando a 1 milhão de consumidores.
Estudo divulgado pela pela Society for New Communications em 2011 aponta que 55% dos principais dirigentes de empresas estão cadastrados de 3 a 5 redes sociais, e relatam como principal razão para tal envolvimento a forma como estas redes auxiliam no processo de decisão. Cerca de 80% dos diretores e presidentes consideram este o fator principal para o uso das redes sociais.
No Brasil, variando de acordo com o critério adotado, temos mais de 80 milhões de pessoas com acesso a Internet. Estima-se que cerca de 87% dos usuários de Internet utilizem redes sociais regularmente, dividindo o tempo destinado a estes canais em 83% para motivos pessoais e 17% a profissionais.
A indústria moveleira e cadeia de fornecedores começou há perceber a utilidade destes canais como meio de contato com clientes, parceiros, fornecedores e também o consumidor final.
O projeto divulgado pelo Magazine Luiza introduz o conceito de social commerce no mercado de móveis, uma evolução do comércio eletrônico, utilizando as redes sociais como canal de divulgação e vendas. Em tese qualquer pessoa poderá ter sua própria loja em canais como Facebook e Orkut, com até 60 produtos da rede, e divulgar entre amigos, parentes.
A rede de lojas, comissionará os chamados “divulgadores” – nome dado aos consultores de vendas donos das lojas nas redes sociais – em uma faixa variando de 2,5% a 4,5%.
Nos primeiros meses apenas parentes de funcionários da rede poderão criar as vitrines virtuais, e em um segundo momento os clientes poderão montar suas próprias lojas. A partir do momento que a rede atingir 10.000 consultores o projeto deve ser aberto a qualquer usuário com interesse em ter sua própria loja virtual. Esta meta deve ser atingida nos primeiros 9 meses do projeto, chegando a 1 milhão de consumidores.
Fonte: Portal Moveleiro
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