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Notícias
03
set
2011
(PAPEL E CELULOSE)
Rio ganha nova fábrica de papel tissue
Na missão de dar apoio a projetos que primam pela sustentabilidade, a Investe Rio concedeu aporte financeiro de R$ 7,1 milhões para a implantação da fábrica do Engenho Central Indústria de Papel (IPEC) - em Itaocara, no noroeste Fluminense. A indústria, com capacidade inicial de produção de 10,5 mil toneladas/ano de papel tissue (destinado para fins sanitários), está sendo instalada onde funcionava o antigo Engenho Central Laranjeiras (fundado há 114 anos), aproveitando toda sua infraestrutura: usina hidrelétrica, galpões, oficinas, sistema de tratamento de água.
O investimento total do projeto deverá chegar a aproximadamente R$ 20 milhões - incluindo obras civis, aquisição de máquinas, equipamentos e capacitação de mão de obra - e prevê a geração de 98 empregos na cidade que possui apenas 23 mil habitantes. A maior parte da produção terá como matéria-prima aparas de papel reciclado. Segundo o sócio da empresa, Marcelo Graça, a expectativa é chegar a um faturamento de R$ 35 milhões já no primeiro ano de operação. A fábrica deverá entrar em funcionamento no primeiro semestre de 2012. "Esperamos entrar em operação em maio do ano que vem, e poder contribuir para o desenvolvimento com sustentabilidade", ressaltou Marcelo.
De acordo com a ABTCP (Associação Brasileira Técnica de Celulose e Papel), perspectivas positivas sinalizam crescimento para o mercado de papel tissue. O impacto da crise econômica internacional foi menos sentido pelo segmento de papéis para fins sanitários, lenços, guardanapo e toalhas de papel, do que em outros segmentos da cadeia de celulose e papel. O consumo per capita de papel tissue no País aumentou cerca de 36% nos últimos 10 anos, passando de 3,3 kg por habitante para 4,5 kg por habitante.
O investimento total do projeto deverá chegar a aproximadamente R$ 20 milhões - incluindo obras civis, aquisição de máquinas, equipamentos e capacitação de mão de obra - e prevê a geração de 98 empregos na cidade que possui apenas 23 mil habitantes. A maior parte da produção terá como matéria-prima aparas de papel reciclado. Segundo o sócio da empresa, Marcelo Graça, a expectativa é chegar a um faturamento de R$ 35 milhões já no primeiro ano de operação. A fábrica deverá entrar em funcionamento no primeiro semestre de 2012. "Esperamos entrar em operação em maio do ano que vem, e poder contribuir para o desenvolvimento com sustentabilidade", ressaltou Marcelo.
De acordo com a ABTCP (Associação Brasileira Técnica de Celulose e Papel), perspectivas positivas sinalizam crescimento para o mercado de papel tissue. O impacto da crise econômica internacional foi menos sentido pelo segmento de papéis para fins sanitários, lenços, guardanapo e toalhas de papel, do que em outros segmentos da cadeia de celulose e papel. O consumo per capita de papel tissue no País aumentou cerca de 36% nos últimos 10 anos, passando de 3,3 kg por habitante para 4,5 kg por habitante.
Fonte: Fator Brasil/Adaptado por CeluloseOnline
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