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Notícias
01
set
2011
(MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS)
Faturamento do setor de máquinas e equipamentos cresce 10% este ano
O setor de máquinas e equipamentos, no acumulado de janeiro a julho de 2011, faturou R$ 45,8 bilhões, 10,3% a mais que o registrado no mesmo período de 2010. O resultado, no entanto, é 2,6% menor que o desempenho alcançado nos sete primeiros meses de 2008, antes da crise financeira internacional. Em julho, o setor faturou 6,9 bilhões, resultado 1,1% superior ao de junho e 10,9% ao de julho de 2010. Os dados, divulgados hoje (31), são da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq).
Os setores que apresentaram os melhores resultados foram máquinas agrícolas, com aumento de 24,5% no faturamento; hidráulica e pneumática (15,1%); e bombas e motobombas (11,7%). Os piores resultados foram verificados em máquinas têxteis (-38,9%), válvulas (-20,8%) e máquinas para plástico (-1,7%).
Segundo a Abimaq, a balança comercial do setor esta deficitária este ano em US$ 10,2 bilhões. Um rombo 27,3% maior que o registrado no mesmo período de 2010 (US$ 8,1 bilhões). De janeiro a julho, as exportações somaram US$ 6,3 bilhões, enquanto as importações atingiram US$ 16,5 bilhões, crescimento de 29,5% e 28,1%, respectivamente, na comparação com 2010.
Entre os principais destinos das exportações brasileiras destacaram-se, em valor, os países da América Latina (47%), seguida de Estados Unidos (18%) e Europa (18%). Com relação aos desembarques, os destaques foram, em valor, Estados Unidos (25,5%), Alemanha (14%) e China (13,1%).
Para o presidente da Abimaq, Luiz Aubert Neto, apesar de o faturamento do setor ter crescido até agora, o governo precisa intervir nas políticas de câmbio e juros para manter o país competitivo. “A competitividade não será restabelecida caso o governo não mexa, urgentemente, na política cambial, nos juros e no custo Brasil”.
Edição: Vinicius Doria
Os setores que apresentaram os melhores resultados foram máquinas agrícolas, com aumento de 24,5% no faturamento; hidráulica e pneumática (15,1%); e bombas e motobombas (11,7%). Os piores resultados foram verificados em máquinas têxteis (-38,9%), válvulas (-20,8%) e máquinas para plástico (-1,7%).
Segundo a Abimaq, a balança comercial do setor esta deficitária este ano em US$ 10,2 bilhões. Um rombo 27,3% maior que o registrado no mesmo período de 2010 (US$ 8,1 bilhões). De janeiro a julho, as exportações somaram US$ 6,3 bilhões, enquanto as importações atingiram US$ 16,5 bilhões, crescimento de 29,5% e 28,1%, respectivamente, na comparação com 2010.
Entre os principais destinos das exportações brasileiras destacaram-se, em valor, os países da América Latina (47%), seguida de Estados Unidos (18%) e Europa (18%). Com relação aos desembarques, os destaques foram, em valor, Estados Unidos (25,5%), Alemanha (14%) e China (13,1%).
Para o presidente da Abimaq, Luiz Aubert Neto, apesar de o faturamento do setor ter crescido até agora, o governo precisa intervir nas políticas de câmbio e juros para manter o país competitivo. “A competitividade não será restabelecida caso o governo não mexa, urgentemente, na política cambial, nos juros e no custo Brasil”.
Edição: Vinicius Doria
Fonte: Bruno Bocchini - Repórter da Agência Brasil
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