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Notícias
26
ago
2011
(MEIO AMBIENTE)
Ministra do Meio Ambiente cobra integração de instituições de proteção ambiental
A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, cobrou a integração entre as instituições técnicas ligadas ao ministério, ao participar da comemoração dos quatro anos de criação do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).
“Sem instituições fortes, nós não faremos política ambiental de Estado, faremos apenas ações de curto prazo. Precisamos de política de longo, médio e curto prazo. Mas, para isso, é necessário eliminar os conflitos entre as instituições.”
A ministra pediu ao presidente do ICMBio, Rômulo Melo, e ao presidente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Curt Trennepohl, que trabalhem de forma conjunta, para dar mais transparência ao processos de licenciamento ambiental e regularização fundiária.
Segundo Izabella, em quatro anos, o ICMBio avançou no sentido de preservar a biodiversidade brasileira, com a criação do plano de manejo, a consolidação de 310 unidades de conservação no país e a discussão da regularização fundiária. A ministra considera, no entanto, que essas ações ainda são insuficientes para o desafio brasileiro de conservação da biodiversidade.
Para a ministra, o que se impõe ao ICMBio é uma agenda de implantação de áreas protegidas, para permitir que a população acesse essas áreas, além da necessidade de buscar soluções para os conflitos socioambientais nessa regiões. “Temos que buscar um processo de diálogo político, chamar os movimentos sociais e entender o que acontece no entorno das áreas de preservação. Há solução para cada caso, não precisamos acirrar conflito, nem excluir pessoas”, destacou.
Izabella Teixeira também ressaltou a importância de viabilizar o desenvolvimento das populações das unidades de conservação, com melhores condições de habitação, estrutura de abastecimento de água e rede elétrica. A ministra observou ainda que a fiscalização ambiental deve ser preventiva e atuar em conjunto com a população local para a preservação dos biomas.
“Sem instituições fortes, nós não faremos política ambiental de Estado, faremos apenas ações de curto prazo. Precisamos de política de longo, médio e curto prazo. Mas, para isso, é necessário eliminar os conflitos entre as instituições.”
A ministra pediu ao presidente do ICMBio, Rômulo Melo, e ao presidente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Curt Trennepohl, que trabalhem de forma conjunta, para dar mais transparência ao processos de licenciamento ambiental e regularização fundiária.
Segundo Izabella, em quatro anos, o ICMBio avançou no sentido de preservar a biodiversidade brasileira, com a criação do plano de manejo, a consolidação de 310 unidades de conservação no país e a discussão da regularização fundiária. A ministra considera, no entanto, que essas ações ainda são insuficientes para o desafio brasileiro de conservação da biodiversidade.
Para a ministra, o que se impõe ao ICMBio é uma agenda de implantação de áreas protegidas, para permitir que a população acesse essas áreas, além da necessidade de buscar soluções para os conflitos socioambientais nessa regiões. “Temos que buscar um processo de diálogo político, chamar os movimentos sociais e entender o que acontece no entorno das áreas de preservação. Há solução para cada caso, não precisamos acirrar conflito, nem excluir pessoas”, destacou.
Izabella Teixeira também ressaltou a importância de viabilizar o desenvolvimento das populações das unidades de conservação, com melhores condições de habitação, estrutura de abastecimento de água e rede elétrica. A ministra observou ainda que a fiscalização ambiental deve ser preventiva e atuar em conjunto com a população local para a preservação dos biomas.
Fonte: Agência Brasil
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