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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Chile de olho no mercado de CO2
A possibilidade de que empresas chilenas possam negociar grandes volumes em Créditos de Carbono no mercado mundial já é uma realidade. A expectativa se deve à criação de um fundo de US$ 100 milhões para compra de créditos no mercado latino, anunciado pelo Japan Bank for International Cooperation, além do potencial mercado que representará a União Européia (UE), a partir de 1º de janeiro de 2005.
Segundo o advogado da Cruzat, Ortúzar e Mackenna, Pedro Felipe Vial, que também é assessor de empresas ligadas ao mercado de créditos de carbono, estes fatos demonstram uma interessante oportunidade de negócios para que as empresas locais possam converter seus sistemas para utilizar energia limpa e reduzir emissões, atendendo assim a demanda dos mercados internacionais por CO2.
Na opinião de Vial, as empresas chilenas devem antecipar-se à vigência da lei que obrigará 25 países membros da UE a reduzir suas emissões de carbono, a partir do próximo ano. “As empresas que queiram reduzir suas emissões de CO2 poderão financiar as mudanças tecnológicas com a venda dos créditos, permitindo assim uma situação favorável tanto do ponto de vista ambiental como de negócios”, sustenta Vial.
Fonte: Celulose Online – 16/07/2004
Segundo o advogado da Cruzat, Ortúzar e Mackenna, Pedro Felipe Vial, que também é assessor de empresas ligadas ao mercado de créditos de carbono, estes fatos demonstram uma interessante oportunidade de negócios para que as empresas locais possam converter seus sistemas para utilizar energia limpa e reduzir emissões, atendendo assim a demanda dos mercados internacionais por CO2.
Na opinião de Vial, as empresas chilenas devem antecipar-se à vigência da lei que obrigará 25 países membros da UE a reduzir suas emissões de carbono, a partir do próximo ano. “As empresas que queiram reduzir suas emissões de CO2 poderão financiar as mudanças tecnológicas com a venda dos créditos, permitindo assim uma situação favorável tanto do ponto de vista ambiental como de negócios”, sustenta Vial.
Fonte: Celulose Online – 16/07/2004
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