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Notícias
25
ago
2011
(GERAL)
Congresso discutirá a importância do Pinus no mercado da Construção Civil
A madeira de Pinus é uma excelente matéria-prima para a construção civil. Além de ser um recurso construtivo 100% renovável, possui diversas aplicações, desde uma estruturação pesada externa a detalhes simplesmente decorativos.
O professor e Engenheiro Civil Rodrigo Figueiredo Terezo, do Departamento de Engenharia Florestal da UDESC – Lages, que tem experiência profissional em renomados laboratórios de pesquisa em Produtos Florestais, estará ministrando a palestra “Tecnologia e Qualidade para Produtos em Pinus voltadas ao Mercado da Construção Civil” no 3º Congresso Internacional do Pinus, evento técnico que integra a programação do Encontro Latino-americano de Base Florestal e Biomassa, que acontece em Lages (SC), de 17 a 18 de novembro de 2011.
No Congresso serão apresentados os principais mercados da construção civil, os produtos em Pinus mais consumidos, a tecnologia e o controle de qualidade necessária para estes produtos.
Terezo afirma que a construção civil é responsável, desde 2001, por mais de 15% do PIB (Produto Interno Bruto) do país. Os setores de edificações e construções pesada respondem por cerca de 10% do PIB e, dentro desse, estima-se que a construção de edificações residenciais represente um montante entre 6% a 9%. “Este mercado está consumindo, cada vez mais, mercadorias com elevado grau de industrialização e pré-fabricação. Isto se deve ao fato da falta de mão de obra treinada, maior controle de qualidade e garantia do serviço, bem como os prazos mais curtos de execução de obras”, esclarece Terezo.
Para se ter um bom resultado e aproveitamento da madeira, é preciso conhecer suas características físicas e mecânicas, como densidade e teor de umidade, a sua origem legal, bem como as propriedades que a obra exige. Uma madeira fácil para se trabalhar, o Pinus possui fácil secagem e oferece diversos benefícios como bom acabamento. “O compensado de Pinus é amplamente utilizado em fôrmas para concreto armado, podendo ser reutilizados com maior frequência, de 4 a 6 vezes, no período de cura do concreto. Já os produtos de Pinus ao serem empregadas como portas, forros, batentes, entre outros. que ficam no interior da construção, têm sua vida útil longa quando utilizados corretamente e protegidas da umidade”.
O estabelecimento e o manejo de florestas plantadas com Pinus vêm possibilitando o abastecimento de madeira que, anteriormente, era suprido com a exploração do pinheiro brasileiro. Assim, essa prática estabeleceu-se como uma importante aliada dos ecossistemas florestais nativos, pois vem suprindo uma parcela, cada vez maior, da necessidade atual de madeira e preservando o meio ambiente.
Terezo, ainda, destaca a importância da Silvicultura para a sociedade: “Segundo dados da Sociedade Brasileira de Silvicultura (SBS), o cálculo da mão-de-obra empregada em floresta plantada considera 1 emprego mobilizado, para cada 10 hectares em implantação; 1 emprego permanente, para 20 hectares em manutenção; e 1 emprego na fábrica, para cada 2 empregos na floresta. Com base nestes dados é possível projetar o significativo nível de emprego gerado no meio rural, bem como a manutenção dos remanescentes nativos de florestas. Entretanto, as políticas públicas não enxergam as florestas plantadas e os reflorestamentos como uma excelente solução para a diminuição da pobreza no Brasil e da exploração das matas nativas”, finaliza Terezo.
O professor e Engenheiro Civil Rodrigo Figueiredo Terezo, do Departamento de Engenharia Florestal da UDESC – Lages, que tem experiência profissional em renomados laboratórios de pesquisa em Produtos Florestais, estará ministrando a palestra “Tecnologia e Qualidade para Produtos em Pinus voltadas ao Mercado da Construção Civil” no 3º Congresso Internacional do Pinus, evento técnico que integra a programação do Encontro Latino-americano de Base Florestal e Biomassa, que acontece em Lages (SC), de 17 a 18 de novembro de 2011.
No Congresso serão apresentados os principais mercados da construção civil, os produtos em Pinus mais consumidos, a tecnologia e o controle de qualidade necessária para estes produtos.
Terezo afirma que a construção civil é responsável, desde 2001, por mais de 15% do PIB (Produto Interno Bruto) do país. Os setores de edificações e construções pesada respondem por cerca de 10% do PIB e, dentro desse, estima-se que a construção de edificações residenciais represente um montante entre 6% a 9%. “Este mercado está consumindo, cada vez mais, mercadorias com elevado grau de industrialização e pré-fabricação. Isto se deve ao fato da falta de mão de obra treinada, maior controle de qualidade e garantia do serviço, bem como os prazos mais curtos de execução de obras”, esclarece Terezo.
Para se ter um bom resultado e aproveitamento da madeira, é preciso conhecer suas características físicas e mecânicas, como densidade e teor de umidade, a sua origem legal, bem como as propriedades que a obra exige. Uma madeira fácil para se trabalhar, o Pinus possui fácil secagem e oferece diversos benefícios como bom acabamento. “O compensado de Pinus é amplamente utilizado em fôrmas para concreto armado, podendo ser reutilizados com maior frequência, de 4 a 6 vezes, no período de cura do concreto. Já os produtos de Pinus ao serem empregadas como portas, forros, batentes, entre outros. que ficam no interior da construção, têm sua vida útil longa quando utilizados corretamente e protegidas da umidade”.
O estabelecimento e o manejo de florestas plantadas com Pinus vêm possibilitando o abastecimento de madeira que, anteriormente, era suprido com a exploração do pinheiro brasileiro. Assim, essa prática estabeleceu-se como uma importante aliada dos ecossistemas florestais nativos, pois vem suprindo uma parcela, cada vez maior, da necessidade atual de madeira e preservando o meio ambiente.
Terezo, ainda, destaca a importância da Silvicultura para a sociedade: “Segundo dados da Sociedade Brasileira de Silvicultura (SBS), o cálculo da mão-de-obra empregada em floresta plantada considera 1 emprego mobilizado, para cada 10 hectares em implantação; 1 emprego permanente, para 20 hectares em manutenção; e 1 emprego na fábrica, para cada 2 empregos na floresta. Com base nestes dados é possível projetar o significativo nível de emprego gerado no meio rural, bem como a manutenção dos remanescentes nativos de florestas. Entretanto, as políticas públicas não enxergam as florestas plantadas e os reflorestamentos como uma excelente solução para a diminuição da pobreza no Brasil e da exploração das matas nativas”, finaliza Terezo.
Fonte: Assessoria de Imprensa
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