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Notícias
30
jul
2011
(GERAL)
Eucalipto vira fonte de corante natural
Extrair corantes naturais a partir de madeiras, com finalidade para o tingimento têxtil. É o que a pesquisadora, aluna de engenharia florestal da Esalq/Usp, Ticiane Rossi, desenvolveu para sua pesquisa de mestrado. Ela conseguiu identificar a produção de óleo essencial de folhas de eucalipto, uma fonte potencial para obtenção de corantes.
“Atualmente, os corantes naturais vêm ganhando maior interesse da sociedade, fazendo crescer um novo nicho de mercado, que valoriza produtos que representam menores danos à saúde humana e ao meio ambiente”, comenta a engenheira florestal. O Brasil é um dos principais produtores mundiais de óleo de folhas de eucalipto. A pesquisa foi desenvolvida para avaliar o potencial desse extrato como corante natural, para o tingimento de tecidos de algodão.
“Na indústria de destilação, para a obtenção de óleo essencial de eucalipto, usamos folhas e galhos de eucalipto, colocando o material em uma dorna com pressão de vapor para se extrair. Durante esse processo, ocorre a fermentação de uma parte das folhas, gerando um extrato aquoso residual”, explica a autora da pesquisa. Foi a partir desse extrato que se chegou ao corante, que, devidamente beneficiado, pode resultar em várias nuances de cor. “Por ser um corante natural, ele tinge a celulose, que, em geral, é difícil de ser tingida. Ele é bastante estável, o que é muito raro em corantes naturais, que era nosso maior desafio. Eu não esperava que isso acontecesse. Descobri não só que o corante dava resultado, mas que ele era de ótima qualidade!”, destaca Ticiane.
Patente
Os resultados do projeto incentivaram os pesquisadores do grupo capitaneado pelo professor Brito e executivos da Stenville, a registrarem o pedido de patente junto à Agência USP de Inovação.
Em 2002, com orientação do professor José Otávio Brito, do Departamento de Ciências Florestais (LCF), Ticiane Rossi desenvolveu trabalho de iniciação científica junto ao Grupo de Bioenergia e Bioprodutos de Base Florestal dos Laboratórios Integrados de Química, Celulose e Energia (LQCE). Depois de formada, Ticiane trabalhou com a extração de corantes de plantas e, em 2008, retornou para a Esalq visando aprofundar seus estudos no mestrado em Recursos Florestais.
“Atualmente, os corantes naturais vêm ganhando maior interesse da sociedade, fazendo crescer um novo nicho de mercado, que valoriza produtos que representam menores danos à saúde humana e ao meio ambiente”, comenta a engenheira florestal. O Brasil é um dos principais produtores mundiais de óleo de folhas de eucalipto. A pesquisa foi desenvolvida para avaliar o potencial desse extrato como corante natural, para o tingimento de tecidos de algodão.
“Na indústria de destilação, para a obtenção de óleo essencial de eucalipto, usamos folhas e galhos de eucalipto, colocando o material em uma dorna com pressão de vapor para se extrair. Durante esse processo, ocorre a fermentação de uma parte das folhas, gerando um extrato aquoso residual”, explica a autora da pesquisa. Foi a partir desse extrato que se chegou ao corante, que, devidamente beneficiado, pode resultar em várias nuances de cor. “Por ser um corante natural, ele tinge a celulose, que, em geral, é difícil de ser tingida. Ele é bastante estável, o que é muito raro em corantes naturais, que era nosso maior desafio. Eu não esperava que isso acontecesse. Descobri não só que o corante dava resultado, mas que ele era de ótima qualidade!”, destaca Ticiane.
Patente
Os resultados do projeto incentivaram os pesquisadores do grupo capitaneado pelo professor Brito e executivos da Stenville, a registrarem o pedido de patente junto à Agência USP de Inovação.
Em 2002, com orientação do professor José Otávio Brito, do Departamento de Ciências Florestais (LCF), Ticiane Rossi desenvolveu trabalho de iniciação científica junto ao Grupo de Bioenergia e Bioprodutos de Base Florestal dos Laboratórios Integrados de Química, Celulose e Energia (LQCE). Depois de formada, Ticiane trabalhou com a extração de corantes de plantas e, em 2008, retornou para a Esalq visando aprofundar seus estudos no mestrado em Recursos Florestais.
Fonte: CeluloseOnline
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