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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Governo quer assentar 100 mil famílias por ano em áreas florestais
A reforma agrária, um dos temas propostos para discussão nesta terça-feira (13) na plenária do I Encontro Nacional da Agricultura Familiar, traz novidades para áreas onde há florestas. De acordo com o secretário de Agricultura Familiar do Ministério do Desenvolvimento Agrário, Valter Bianchini, na região Norte, por exemplo, a reforma agrária tem um outro cunho, que são os assentamentos florestais.
“Feitos com os povos da floresta, preservando a floresta em manejos sustentáveis, esses assentamentos estão sendo trabalhados pelo governo com o desenvolvimento de uma nova reforma agrária, preocupada com a preservação das reservas extrativistas”, afirma.
Ainda segundo o secretário, o governo tem a meta de assentar 100 mil famílias por ano e o trabalho está sendo desenvolvido através do Incra - Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária. “Há regiões onde a reforma agrária flui melhor, por exemplo, nas regiões Nordeste, Norte e Centro-Oeste”, afirma ele, lembrando que, na região Sul, o governo tem dificuldades, “uma vez que as áreas para serem desapropriadas precisam ser caracterizadas como improdutivas e, com o incremento tecnológico que teve a agricultura e a pecuária, há dificuldades de caracterizar as áreas improdutivas”.
Na opinião de Bianchini, o governo tem outros desafios. “O primeiro é reconhecer a diversidade do Brasil na agricultura familiar”, destaca ele, ressaltando os motivos pelos quais “estamos trabalhando programas adequados e diferentes para cada região”.
O segundo ponto assinalado pelo secretário é o papel das políticas mais diretas de desenvolvimento, como o crédito do Pronaf - Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar. “Nesse caso, destaca, “esse é o nosso grande esforço de, cada vez mais, ampliar recursos e inserir mais agricultores que possam ter mais custeio e investimento para melhorar sua propriedade”.
Um outro desafio apontado é o papel da educação, da assistência técnica e da pesquisa junto aos agricultores familiares. Nesse sentido, segundo o secretário, todo um grande esforço está sendo feito nesse ano no sentido de alocar recursos para ampliar significativamente a assistência técnica aos agricultores.
Fonte: Agência Brasil – 14/07/2004
“Feitos com os povos da floresta, preservando a floresta em manejos sustentáveis, esses assentamentos estão sendo trabalhados pelo governo com o desenvolvimento de uma nova reforma agrária, preocupada com a preservação das reservas extrativistas”, afirma.
Ainda segundo o secretário, o governo tem a meta de assentar 100 mil famílias por ano e o trabalho está sendo desenvolvido através do Incra - Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária. “Há regiões onde a reforma agrária flui melhor, por exemplo, nas regiões Nordeste, Norte e Centro-Oeste”, afirma ele, lembrando que, na região Sul, o governo tem dificuldades, “uma vez que as áreas para serem desapropriadas precisam ser caracterizadas como improdutivas e, com o incremento tecnológico que teve a agricultura e a pecuária, há dificuldades de caracterizar as áreas improdutivas”.
Na opinião de Bianchini, o governo tem outros desafios. “O primeiro é reconhecer a diversidade do Brasil na agricultura familiar”, destaca ele, ressaltando os motivos pelos quais “estamos trabalhando programas adequados e diferentes para cada região”.
O segundo ponto assinalado pelo secretário é o papel das políticas mais diretas de desenvolvimento, como o crédito do Pronaf - Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar. “Nesse caso, destaca, “esse é o nosso grande esforço de, cada vez mais, ampliar recursos e inserir mais agricultores que possam ter mais custeio e investimento para melhorar sua propriedade”.
Um outro desafio apontado é o papel da educação, da assistência técnica e da pesquisa junto aos agricultores familiares. Nesse sentido, segundo o secretário, todo um grande esforço está sendo feito nesse ano no sentido de alocar recursos para ampliar significativamente a assistência técnica aos agricultores.
Fonte: Agência Brasil – 14/07/2004
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