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Notícias
18
jul
2011
(IBAMA)
Ibama identifica comércio virtual de madeira ilegal em Rondônia
Ações de inteligência da fiscalização do Instituto de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), executadas pela Operação Portal, identificou o comércio virtual de crédito de madeiras oriundo de Brasília – DF. A investigação detectou a ação de uma madeireira de Rondônia e o recebimento de cerca de 20 Documentos de Origem Florestal (DOF).
Os documentos totalizam cerca de 750 metros cúbicos de madeira serrada, o volume equivalente a 30 carretas bi-trem, de essências nobres como Ipê, Cumaru, Jatobá, Maracatiara, dentre outras, comercializadas virtualmente. A transação foi realizada com uma madeireira de Brasília (DF), que movimentou via sistema o saldo das madeiras, sendo que os devidos transportes não ocorreram.
Suspeita-se que os créditos virtuais recebidos seriam utilizados para “esquentar” madeiras extraídas ilegalmente de uma Unidade de Conservação. De posse das informações sobre a possível transação virtual ilegal, uma equipe do Ibama se deslocou até o pátio da madeireira, constatando o ilícito e outras ilegalidades. A empresa foi embargada e recebeu 4 multas.
Os créditos virtuais recebidos serão bloqueados pela Secretaria Estadual de Desenvolvimento Ambiental (SEDAM), órgão responsável pela gestão florestal no estado de Rondônia. Para o Superintendente do Ibama em Rondônia, César Luiz Guimarães, o caso é um “up grade do crime ambiental”. O valor agregado ao crédito virtual proporciona lucro muito mais fácil e rápido. Entretanto, ilícitos como este serão combatidos com veemência, visando preservar os remanescentes florestais do estado.
Os documentos totalizam cerca de 750 metros cúbicos de madeira serrada, o volume equivalente a 30 carretas bi-trem, de essências nobres como Ipê, Cumaru, Jatobá, Maracatiara, dentre outras, comercializadas virtualmente. A transação foi realizada com uma madeireira de Brasília (DF), que movimentou via sistema o saldo das madeiras, sendo que os devidos transportes não ocorreram.
Suspeita-se que os créditos virtuais recebidos seriam utilizados para “esquentar” madeiras extraídas ilegalmente de uma Unidade de Conservação. De posse das informações sobre a possível transação virtual ilegal, uma equipe do Ibama se deslocou até o pátio da madeireira, constatando o ilícito e outras ilegalidades. A empresa foi embargada e recebeu 4 multas.
Os créditos virtuais recebidos serão bloqueados pela Secretaria Estadual de Desenvolvimento Ambiental (SEDAM), órgão responsável pela gestão florestal no estado de Rondônia. Para o Superintendente do Ibama em Rondônia, César Luiz Guimarães, o caso é um “up grade do crime ambiental”. O valor agregado ao crédito virtual proporciona lucro muito mais fácil e rápido. Entretanto, ilícitos como este serão combatidos com veemência, visando preservar os remanescentes florestais do estado.
Fonte: Portal Amazônia
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