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Notícias
13
jul
2011
(PAPEL E CELULOSE)
Até setor de celulose vai sofrer com juros
A taxa básica de juros (Selic) é um importante instrumento do Governo para conter o avanço da inflação. Entretanto, ao mesmo tempo que o juros altos provocam a desaceleração dos preços, eles também causam um desaquecimento econômico e podem prejudicar as empresas e suas ações na bolsa de valores.
De acordo com o analista da Futura Investimentos, Adriano Moreno, o aumento das taxas de juros prejudica a maioria das companhias. "Todo mundo perde com a alta da Selic, pois o encarecimento dos juros diminui a taxa de crescimento da economia", afirma o analista.
O operador da Um Investimentos, Eduardo Oliveira, concorda e ressalta que existem setores que podem sofrer mais do que outros, por conta do encarecimento do crédito. "De maneira geral, o setor de consumo e de construção civil são os mais afetados. Isto porque, com o crédito mais caro, fica mais difícil fazer financiamento e o faturamento das empresas pode cair", afirma Oliveira.
Além da maior dificuldade em tomar empréstimo, as empresas também podem se prejudicar com o seu próprio financiamento. "O impacto pode ser maior nas empresas que precisam de mais financiamento e que operam mais alavancadas [com ajuda de empréstimos]", afirma o analista da Socopa, Osmar Camilo. De acordo com ele, as empresas do setor de papel e celulose costumam precisar de mais financiamento.
De acordo com o analista da Futura Investimentos, Adriano Moreno, o aumento das taxas de juros prejudica a maioria das companhias. "Todo mundo perde com a alta da Selic, pois o encarecimento dos juros diminui a taxa de crescimento da economia", afirma o analista.
O operador da Um Investimentos, Eduardo Oliveira, concorda e ressalta que existem setores que podem sofrer mais do que outros, por conta do encarecimento do crédito. "De maneira geral, o setor de consumo e de construção civil são os mais afetados. Isto porque, com o crédito mais caro, fica mais difícil fazer financiamento e o faturamento das empresas pode cair", afirma Oliveira.
Além da maior dificuldade em tomar empréstimo, as empresas também podem se prejudicar com o seu próprio financiamento. "O impacto pode ser maior nas empresas que precisam de mais financiamento e que operam mais alavancadas [com ajuda de empréstimos]", afirma o analista da Socopa, Osmar Camilo. De acordo com ele, as empresas do setor de papel e celulose costumam precisar de mais financiamento.
Fonte: DCI
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