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Notícias
11
jul
2011
(GERAL)
Nortão: greve na Sema reduz funcionamento de madeireiras
A greve deflagrada pelos servidores da Secretaria Estadual de Meio Ambiente (SEMA), no mês passado, fez com que as atividades industriais no setor madeireiro da região Norte, que depende da expedição de licenças para retirar e transportar matéria prima, por exemplo, diminuísse pela metade. Segundo o presidente do Sindicato das Indústrias Madeireiras do Norte (Sindusmad), José Eduardo Pinto, a paralisação foi feita em hora imprópria."A greve começou na pior hora. Estamos em plena seca e a gente precisa das liberações de manejo (planos para extração de toras), o CC-Sema, e essa tramitação toda está paralisada", explicou, ao Só Notícias. Em decorrência, as empresas do setor estão trabalhando em ritmo lento.
A greve apenas agravou uma situação que já estava complicada, segundo avaliação de José Eduardo, em relação a todos processos burocráticos que devem ser cumpridos. "Antes a situação já vinha complicada devido as amarras, a morosidade da legislação. Isso engessou demais a liberação de licenças", criticou. "Hoje, para conseguir [licença] é uma martírio, uma série de exigências legais a serem cumpridas para chegar até a liberação", destacou.
O cenário é o mesmo na região de Alta Floresta, onde o presidente do Sindicato dos Madeireios do Extremo Norte (Simenorte), Eleandro Kremer, aponta que o principal prejuízo é em relação a liberação dos manejos. "As madeireiras ainda não pararam, mas estão operando com 50%", destacou.
A greve, conforme Só Notícias informou, iniciou em 21 de junho. Os 491 servidores da pasta reivindicam, desde 2007, a reestruturação do Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS). Em nota, o Sindicato dos Trabalhadores em Entidades Públicas de Meio Ambiente (Sintema) alega que a categoria não recebe reajuste desde 2001. Para eles, o impasse pode ser resolvido com o governo incorporando a Verba Indenizatória (VI), instituída em 2009, e pagar a correção salarial da inflação de 2001 a 2004, no valor de 34%, em parcelas de 11% em 3 anos.
Recentemente, o Tribunal de Justiça mato-grossense declarou o movimento ilegal, determinando a retomada das atividades. Porém, a categoria decidiu, durante assembleia, manter a paralisação, por tempo indeterminado.
A greve apenas agravou uma situação que já estava complicada, segundo avaliação de José Eduardo, em relação a todos processos burocráticos que devem ser cumpridos. "Antes a situação já vinha complicada devido as amarras, a morosidade da legislação. Isso engessou demais a liberação de licenças", criticou. "Hoje, para conseguir [licença] é uma martírio, uma série de exigências legais a serem cumpridas para chegar até a liberação", destacou.
O cenário é o mesmo na região de Alta Floresta, onde o presidente do Sindicato dos Madeireios do Extremo Norte (Simenorte), Eleandro Kremer, aponta que o principal prejuízo é em relação a liberação dos manejos. "As madeireiras ainda não pararam, mas estão operando com 50%", destacou.
A greve, conforme Só Notícias informou, iniciou em 21 de junho. Os 491 servidores da pasta reivindicam, desde 2007, a reestruturação do Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS). Em nota, o Sindicato dos Trabalhadores em Entidades Públicas de Meio Ambiente (Sintema) alega que a categoria não recebe reajuste desde 2001. Para eles, o impasse pode ser resolvido com o governo incorporando a Verba Indenizatória (VI), instituída em 2009, e pagar a correção salarial da inflação de 2001 a 2004, no valor de 34%, em parcelas de 11% em 3 anos.
Recentemente, o Tribunal de Justiça mato-grossense declarou o movimento ilegal, determinando a retomada das atividades. Porém, a categoria decidiu, durante assembleia, manter a paralisação, por tempo indeterminado.
Fonte: Só Notícias/Karoline Kuhn
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