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Notícias
04
jul
2011
(IBAMA)
Ibama localiza área desmatada por avião na Amazônia
O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) localizou uma área na Amazônia totalmente destruída pela ação de herbicidas. Os 178 hectares, que pertencem à União, ficam ao sul do município Canutama, no Amazonas. As informações são do jornal Folha de São Paulo.
Em sobrevoo de duas horas de helicóptero, na segunda semana de junho, analistas do Ibama observaram milhares de árvores em pé, mas desfolhadas e esbranquiçadas pela ação do veneno. O responsável pelo crime ambiental ainda não foi identificado pelo órgão Durante as buscas ao local, os especialistas do órgão ambiental também encontraram vestígios de extração de madeira por motosserras e queimadas.
Especialistas dizem que os agrotóxicos, pulverizados de avião sobre as florestas nativas, matam as árvores de imediato, contaminam solo, lençóis freáticos, animais e pessoas.
A recente estratégia tem como foco as terras públicas, que são alvos da ação de grileiros, fazendeiros e madeireiros. Utilizando aviões, os infratores deixam de mobilizar muitos extratores e dificultam a ação dos órgãos de fiscalização.
A terra atingida fica entre o Parque Nacional de Mapinguari e a terra indígena Jacareúba/Katawixi, que ainda não foi demarcada.
Fiscalização
O Ibama chegou à área destruída, de 178 hectares, depois que o sistema por satélite Detecção do Desmatamento em Tempo Real (Deter), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), apontou indícios do crime ambiental.
Um inquérito deve ser aberto para investigar a denúncia, após a notificação do Ibama. A multa pode chegar a R$ 2 milhões.
Até agora, o único registro de uso dessas substâncias em desmatamentos no Estado era de 1999. O Ibama de Rondônia, por sua vez, afirma que, em 2008, flagrou uma área de cinco hectares destruída por herbicidas na região de São Francisco do Guaporé.
Em sobrevoo de duas horas de helicóptero, na segunda semana de junho, analistas do Ibama observaram milhares de árvores em pé, mas desfolhadas e esbranquiçadas pela ação do veneno. O responsável pelo crime ambiental ainda não foi identificado pelo órgão Durante as buscas ao local, os especialistas do órgão ambiental também encontraram vestígios de extração de madeira por motosserras e queimadas.
Especialistas dizem que os agrotóxicos, pulverizados de avião sobre as florestas nativas, matam as árvores de imediato, contaminam solo, lençóis freáticos, animais e pessoas.
A recente estratégia tem como foco as terras públicas, que são alvos da ação de grileiros, fazendeiros e madeireiros. Utilizando aviões, os infratores deixam de mobilizar muitos extratores e dificultam a ação dos órgãos de fiscalização.
A terra atingida fica entre o Parque Nacional de Mapinguari e a terra indígena Jacareúba/Katawixi, que ainda não foi demarcada.
Fiscalização
O Ibama chegou à área destruída, de 178 hectares, depois que o sistema por satélite Detecção do Desmatamento em Tempo Real (Deter), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), apontou indícios do crime ambiental.
Um inquérito deve ser aberto para investigar a denúncia, após a notificação do Ibama. A multa pode chegar a R$ 2 milhões.
Até agora, o único registro de uso dessas substâncias em desmatamentos no Estado era de 1999. O Ibama de Rondônia, por sua vez, afirma que, em 2008, flagrou uma área de cinco hectares destruída por herbicidas na região de São Francisco do Guaporé.
Fonte: Amazonia.org.br
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