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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Ilegalidades dificultam equilíbrio entre desenvolvimento e meio ambiente
O percentual de ilegalidade na extração de madeira da Amazônia, cerca de 90%, dificulta o equilíbrio entre desenvolvimento e meio ambiente. A informação é do presidente do Ibama (Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis), Marcos Barros.
Em entrevista ao programa "Revista Brasil", da Rádio Nacional AM, ele também respondeu às acusações de demora e rigidez na concessão de licenças ambientais, por parte de alguns setores da indústria. Marcos Barros lembrou que o Ibama concede licença apenas a obras de grandes efeitos ambientais ou que envolvam mais de um estado, às perfurações de petróleo e gás e hidrelétricas. "Neste ano forneceremos mais ou menos 200", calculou. E explicou que "as demais são de responsabilidade dos estados e municípios".
Barros chamou atenção para a quantidade de licenças concedidas pelos estados: "Recentemente visitei um estado que já concedeu, neste ano, 3 mil licenças." E informou que no ano passado o Ibama negou duas autorizações a grandes hidrelétricas, uma em São Paulo e outra no Tocantins. "Uma das construções previa o deslocamento de populações descendentes dos antigos habitantes de quilombos", justificou.
Fonte: Agência Brasil - 09/07/2004
Em entrevista ao programa "Revista Brasil", da Rádio Nacional AM, ele também respondeu às acusações de demora e rigidez na concessão de licenças ambientais, por parte de alguns setores da indústria. Marcos Barros lembrou que o Ibama concede licença apenas a obras de grandes efeitos ambientais ou que envolvam mais de um estado, às perfurações de petróleo e gás e hidrelétricas. "Neste ano forneceremos mais ou menos 200", calculou. E explicou que "as demais são de responsabilidade dos estados e municípios".
Barros chamou atenção para a quantidade de licenças concedidas pelos estados: "Recentemente visitei um estado que já concedeu, neste ano, 3 mil licenças." E informou que no ano passado o Ibama negou duas autorizações a grandes hidrelétricas, uma em São Paulo e outra no Tocantins. "Uma das construções previa o deslocamento de populações descendentes dos antigos habitantes de quilombos", justificou.
Fonte: Agência Brasil - 09/07/2004
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