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Notícias
18
jun
2011
(GERAL)
Bactérias nas árvores anciãs beneficiam crescimento das florestas
As comunidades de bactérias nos musgos dos ramos das árvores anciãs duplicam a eficiência da fixação de azoto, segundo o recente estudo desenvolvido na Universidade de McGill.
Neste trabalho demonstrou-se que as grandes e anciãs árvores podem ter um papel muito importante para o crescimento das suas florestas, revelando um factor essencial para a importância da manutenção e consevação dessas árvores. Os investigadores analisaram árvores anciãs das florestas temperadas costeiras, que se expandem do Alasca até à Califórnia, e a interacção destas árvores com os musgos e as cianobactérias. Esta relação, contribui de uma forma muito significativa para a dinâmica dos nutrientes, de tal forma, que pode ser um elemento chave para a sustentabilidade da produtividade das florestas a longo prazo.
As árvores anciãs providenciam habitat para comunidades que fertilizam as florestas. Os musgos suportam as cianobactérias que fixam o azoto da atmosfera. O fenómeno é bem conhecido, no entanto, neste estudo revelou-se que nos musgos mais elevados, nos ramos das grandes árvores, os microorganismos fixam o dobro do azoto do que nos musgos junto ao solo.
Neste trabalho demonstrou-se que as grandes e anciãs árvores podem ter um papel muito importante para o crescimento das suas florestas, revelando um factor essencial para a importância da manutenção e consevação dessas árvores. Os investigadores analisaram árvores anciãs das florestas temperadas costeiras, que se expandem do Alasca até à Califórnia, e a interacção destas árvores com os musgos e as cianobactérias. Esta relação, contribui de uma forma muito significativa para a dinâmica dos nutrientes, de tal forma, que pode ser um elemento chave para a sustentabilidade da produtividade das florestas a longo prazo.
As árvores anciãs providenciam habitat para comunidades que fertilizam as florestas. Os musgos suportam as cianobactérias que fixam o azoto da atmosfera. O fenómeno é bem conhecido, no entanto, neste estudo revelou-se que nos musgos mais elevados, nos ramos das grandes árvores, os microorganismos fixam o dobro do azoto do que nos musgos junto ao solo.
Fonte: ScienceDaily
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