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Notícias
14
jun
2011
(PAPEL E CELULOSE)
Setores de papel, celulose, açúcar e álcool se destacam
Os setores de papel e celulose, açúcar e álcool e mobiliários são os que mais devem ampliar seus investimentos em 2011, segundo levantamento da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).
Por contarem com vantagens naturais do território brasileiro, e também porque fizeram importantes investimentos em inovação e tecnologia, esses setores apresentam menor expansão de penetração de importados.
No setor de papel e celulose, por exemplo, os importados representaram 10,7% do consumo em 2010. Já em máquinas e equipamentos, a parcela dos importados atinge quase 50% do consumo brasileiro.
"Os fabricantes de papel e celulose vão continuar investindo, até porque têm perspectivas de exportação extremamente favoráveis", avalia José Ricardo Roriz Coelho, diretor da Fiesp.
Já a indústria de móveis vai investir mais porque o faturamento foi turbinado pelo programa Minha Casa, Minha Vida e pelo boom da indústria imobiliária. "Quem compra casa nova, também compra móveis", diz Roriz.
No setor de açúcar e álcool, projetos que tinham sido adiados na crise mundial agora estão sendo retomados.
Por contarem com vantagens naturais do território brasileiro, e também porque fizeram importantes investimentos em inovação e tecnologia, esses setores apresentam menor expansão de penetração de importados.
No setor de papel e celulose, por exemplo, os importados representaram 10,7% do consumo em 2010. Já em máquinas e equipamentos, a parcela dos importados atinge quase 50% do consumo brasileiro.
"Os fabricantes de papel e celulose vão continuar investindo, até porque têm perspectivas de exportação extremamente favoráveis", avalia José Ricardo Roriz Coelho, diretor da Fiesp.
Já a indústria de móveis vai investir mais porque o faturamento foi turbinado pelo programa Minha Casa, Minha Vida e pelo boom da indústria imobiliária. "Quem compra casa nova, também compra móveis", diz Roriz.
No setor de açúcar e álcool, projetos que tinham sido adiados na crise mundial agora estão sendo retomados.
Fonte: Marcelo Rehder - O Estado de S.Paulo
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