Voltar
Notícias
04
jun
2011
(EXPORTAÇÃO)
Brasil adota rigidez no comércio exterior
O governo brasileiro demonstra uma postura mais rígida frente a decisões e meios tomados por seus parceiros comerciais, como Argentina, Rússia e outros países da União Europeia, para proteger a indústria nacional de possíveis prejuízos financeiros.
Ontem, o Brasil e a Argentina entraram em sintonia e assinaram acordo para respeitar o prazo de 60 dias para a liberação das licenças não automáticas a produtos dos dois países, assegurando também que a importação de produtos brasileiros autorizados podem ser efetivamente comercializado na Argentina, sem a imposição de licenças sanitárias de "última hora" aos produtos.
Mesmo com o acordo formal, a Câmara de Importadores da República Argentina (Cira) declarou que dificilmente seu país poderá cumprir o compromisso assumido por Giorgi, e seguir a regra da Organização Mundial do Comércio (OMC). Isso porque a aduana argentina trabalha com um sistema mecânico, não informatizado, que não tem capacidade de analisar e liberar os pedidos dentro do prazo determinado. "Pode haver a melhor boa vontade por parte do governo, mas é difícil implementar a velocidade exigida por causa do sistema", disse o diretor da entidade, Miguel Ponce.
Ao mesmo tempo, o Ministério do Desenvolvimento anunciou a aplicação de direito antidumping definitivo às importações brasileiras de borracha de estireno e butadieno, originárias da Coreia do Sul e também, a aplicação de direito antidumping provisório sobre as importações brasileiras de papel supercalandrado da França, Itália e Hungria. Além disso, o setor de carnes se movimenta para minimizar os efeitos do comunicado do Serviço Federal de Inspeção Veterinária e Fitossanitária da Rússia de que irá suspender temporariamente a importação de produtos de criação animal a partir de 15 de junho. A primeira medida, articulada por grandes frigoríficos, como JBS e Marfrig, é a transferência da quantidade de exportação de suas plantas desabilitadas para as unidades poderão embarcar produtos para a Rússia. Ao certo ninguém soube explicar quais razões levaram ao bloqueio dos 85 frigoríficos brasileiros, mas tudo indica que esta é uma estratégia da política econômica russa.
Ontem, o Brasil e a Argentina entraram em sintonia e assinaram acordo para respeitar o prazo de 60 dias para a liberação das licenças não automáticas a produtos dos dois países, assegurando também que a importação de produtos brasileiros autorizados podem ser efetivamente comercializado na Argentina, sem a imposição de licenças sanitárias de "última hora" aos produtos.
Mesmo com o acordo formal, a Câmara de Importadores da República Argentina (Cira) declarou que dificilmente seu país poderá cumprir o compromisso assumido por Giorgi, e seguir a regra da Organização Mundial do Comércio (OMC). Isso porque a aduana argentina trabalha com um sistema mecânico, não informatizado, que não tem capacidade de analisar e liberar os pedidos dentro do prazo determinado. "Pode haver a melhor boa vontade por parte do governo, mas é difícil implementar a velocidade exigida por causa do sistema", disse o diretor da entidade, Miguel Ponce.
Ao mesmo tempo, o Ministério do Desenvolvimento anunciou a aplicação de direito antidumping definitivo às importações brasileiras de borracha de estireno e butadieno, originárias da Coreia do Sul e também, a aplicação de direito antidumping provisório sobre as importações brasileiras de papel supercalandrado da França, Itália e Hungria. Além disso, o setor de carnes se movimenta para minimizar os efeitos do comunicado do Serviço Federal de Inspeção Veterinária e Fitossanitária da Rússia de que irá suspender temporariamente a importação de produtos de criação animal a partir de 15 de junho. A primeira medida, articulada por grandes frigoríficos, como JBS e Marfrig, é a transferência da quantidade de exportação de suas plantas desabilitadas para as unidades poderão embarcar produtos para a Rússia. Ao certo ninguém soube explicar quais razões levaram ao bloqueio dos 85 frigoríficos brasileiros, mas tudo indica que esta é uma estratégia da política econômica russa.
Fonte: Karina Nappi Daniel Popov - DCI
Notícias em destaque
Celulose e bioeconomia impulsionam nova fase da industrialização no Nordeste
Polo florestal da Bahia reforça protagonismo da região, enquanto investimentos em biomassa e inovação ampliam...
(GERAL)
Relatório da FAO e da Bauhaus Earth quantifica como o aumento do uso de produtos de madeira na construção civil poderia impulsionar a demanda anual em 50 milhões de m³
Um relatório da FAO e da Bauhaus Earth quantifica como o aumento do uso de produtos de madeira na construção civil poderia...
(INTERNACIONAL)
Aeroporto premiado em madeira maciça concluído
A segunda e última fase da expansão do terminal principal do Aeroporto Internacional de Portland (PDX), aclamada internacionalmente,...
(MADEIRA E PRODUTOS)
BNDES aprova R$ 43,8 milhões para planta de carvão vegetal da Ferbasa na Bahia
Unidade será instalada em Maracás (BA), terá capacidade de 20 mil toneladas por ano e usará madeira de florestas...
(BIOENERGIA)
A construção da sustentabilidade na silvicultura
O mês do meio ambiente é um convite à reflexão sobre como produzir e conservar ao mesmo tempo, um desafio cada vez mais...
(SILVICULTURA)
Brquetes de madeira prensada no inverno: por que superam a lenha tradicional
Quem aposta em madeira para se aquecer no inverno normalmente pensa na lenha tradicional comprada em loja de materiais de construção...
(BIOENERGIA)














