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Notícias
01
jun
2011
(GERAL)
Mel de eucalipto capixaba é exportado para o mercado europeu e americano
Reconhecido nacionalmente como o melhor do Brasil, o mel extraído das colmeias instaladas dentro ou ao redor das plantações de eucalipto, em Aracruz (ES), passa a ter reconhecimento internacional com a exportação para os mercados europeu e americano. A produção é feita nas instalações da Fibria. Na primeira semana de maio, 20 toneladas do produto, acondicionadas em 48 tambores, foram embaladas e transportadas para São Paulo, de onde seguiram para o exterior por meio da empresa Apidouro, líder brasileira em exportação de mel no país.
Em Aracruz, o mel é produzido por 32 apicultores que, por meio da Associação de Apicultores de Aracruz (Apiara) e com o apoio da Fibria e outras instituições, fazem do produto seu meio de subsistência. O produtor de mel Cleber Lecco Bertazo lembra que no início os produtores contavam com, no máximo, cinco caixas de abelhas, mas atualmente alguns já dispõem de 300 caixas.
A Fibria disponibiliza áreas de plantios de eucalipto para a instalação de colmeias, fornece equipamentos, realiza treinamentos com os profissionais e incentiva a participação destes em eventos do setor por meio do Programa Apicultura.
"Atualmente, os produtores já estão bem alinhados com as tecnologias envolvidas na produção do mel, sabem lidar bem com o manejo e a logística que a produção demanda. Isso é resultado de um expressivo apoio de capacitação fornecido pela Fibria desde o começo do projeto", afirmou o analista de Operações Florestais da empresa, Jackson Ribeiro.
Próximos passos
Este ano o projeto está sendo reestruturado tendo em vista o potencial apresentado pelos produtores. Todas as unidades da Fibria contam com o Programa Apicultura e, diante de tantos resultados positivos, a empresa estuda uma forma de potencializar a troca de conhecimento entre os participantes, gerando canais de comercialização e fortalecimento dos produtores e das associações.
A proposta é consolidar, junto aos parceiros, um grande programa coorporativo de apicultura. Mais de 16,5 mil hectares de áreas da Fibria da Unidade Aracruz já estão disponíveis. "São diferentes os modelos de cultivo do mel utilizados em cada unidade e são muitas ideias boas que, somadas, têm um grande potencial de resultado. Estamos analisando quais os melhores meios de gerar esta integração", explicou o coordenador de Sustentabilidade da Fibria, Giordano Bruno Automare.
Em Aracruz, o mel é produzido por 32 apicultores que, por meio da Associação de Apicultores de Aracruz (Apiara) e com o apoio da Fibria e outras instituições, fazem do produto seu meio de subsistência. O produtor de mel Cleber Lecco Bertazo lembra que no início os produtores contavam com, no máximo, cinco caixas de abelhas, mas atualmente alguns já dispõem de 300 caixas.
A Fibria disponibiliza áreas de plantios de eucalipto para a instalação de colmeias, fornece equipamentos, realiza treinamentos com os profissionais e incentiva a participação destes em eventos do setor por meio do Programa Apicultura.
"Atualmente, os produtores já estão bem alinhados com as tecnologias envolvidas na produção do mel, sabem lidar bem com o manejo e a logística que a produção demanda. Isso é resultado de um expressivo apoio de capacitação fornecido pela Fibria desde o começo do projeto", afirmou o analista de Operações Florestais da empresa, Jackson Ribeiro.
Próximos passos
Este ano o projeto está sendo reestruturado tendo em vista o potencial apresentado pelos produtores. Todas as unidades da Fibria contam com o Programa Apicultura e, diante de tantos resultados positivos, a empresa estuda uma forma de potencializar a troca de conhecimento entre os participantes, gerando canais de comercialização e fortalecimento dos produtores e das associações.
A proposta é consolidar, junto aos parceiros, um grande programa coorporativo de apicultura. Mais de 16,5 mil hectares de áreas da Fibria da Unidade Aracruz já estão disponíveis. "São diferentes os modelos de cultivo do mel utilizados em cada unidade e são muitas ideias boas que, somadas, têm um grande potencial de resultado. Estamos analisando quais os melhores meios de gerar esta integração", explicou o coordenador de Sustentabilidade da Fibria, Giordano Bruno Automare.
Fonte: ESHoje
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