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Notícias
09
mai
2011
(GERAL)
Doença no eucalipto é encontrada pela primeira vez na Baixada Cuiabana
Os pesquisadores da Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer), Napoleão Silvino de Souza e Eliazel Vieira Rondon detectaram a doença Xanthomonas sp. que causa mancha angular nas folhas e pode determinar a morte da planta. A pesquisa agora é para recomendar o controle da doença e evitar a proliferação da bactéria.
No Estado o plantio de eucalipto chega a aproximadamente 50 mil hectares. Originário da Austrália, o eucalipto é utilizado para reflorestamento de áreas degradadas, produção de carvão, energia e outros. A produção é de 35 metros cúbicos por hectare ao ano, considerada baixa em relação ao Estado de Minas Gerais, que produz até 60 metros por hectare/ano. Napoleão relata que para combater a bactéria é necessário usar variedades resistentes.
Ele explica que pesquisadores da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) detectaram em 2010, a ocorrência de mancha foliar bacteriana em plantios comerciais de eucalipto com menos de um ano de idade, no município de Sinop (500 km ao Norte de Cuiabá). Constatou-se nas folhas da parte baixa da copa algumas manchas úmidas, angulares e translúcidas, posteriormente necróticas, com deformação do limbo foliar. Segundo Napoleão, nos testes bioquímicos já realizados pelo Instituto Biológico de São Paulo permitiu confirmar que se trata de Xanthomonas axonopodis.
A bactéria já foi registrada em outros oito Estados, existindo indicações que essa doença esteja presente nas principais regiões com plantios de eucaliptos no Brasil. O pesquisador Eliazel comenta que é comum encontrar as seguintes doenças, gomose, cancro e pau preto. A planta é vulnerável aos fungos que danificam o tronco do eucalipto. Conforme Eliazel, o híbrido urograndis é o mais plantado no Brasil. “Em alguns Estados estão cultivando mudas livres de doenças, produzidas em laboratórios de alta qualidade”, destaca Rondon.
As mudas foram coletadas e encaminhadas para o laboratório da Empaer, em Várzea Grande. Segundo Silvino, será feito as análises nas mudas para verificar a incidência do ataque e em 15 dias, espera apresentar o método de controle da doença. “É importante alertar os viveiristas e produtores para minimizar os prejuízos causados pela bactéria”, ressalta Napoleão.
No Estado o plantio de eucalipto chega a aproximadamente 50 mil hectares. Originário da Austrália, o eucalipto é utilizado para reflorestamento de áreas degradadas, produção de carvão, energia e outros. A produção é de 35 metros cúbicos por hectare ao ano, considerada baixa em relação ao Estado de Minas Gerais, que produz até 60 metros por hectare/ano. Napoleão relata que para combater a bactéria é necessário usar variedades resistentes.
Ele explica que pesquisadores da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) detectaram em 2010, a ocorrência de mancha foliar bacteriana em plantios comerciais de eucalipto com menos de um ano de idade, no município de Sinop (500 km ao Norte de Cuiabá). Constatou-se nas folhas da parte baixa da copa algumas manchas úmidas, angulares e translúcidas, posteriormente necróticas, com deformação do limbo foliar. Segundo Napoleão, nos testes bioquímicos já realizados pelo Instituto Biológico de São Paulo permitiu confirmar que se trata de Xanthomonas axonopodis.
A bactéria já foi registrada em outros oito Estados, existindo indicações que essa doença esteja presente nas principais regiões com plantios de eucaliptos no Brasil. O pesquisador Eliazel comenta que é comum encontrar as seguintes doenças, gomose, cancro e pau preto. A planta é vulnerável aos fungos que danificam o tronco do eucalipto. Conforme Eliazel, o híbrido urograndis é o mais plantado no Brasil. “Em alguns Estados estão cultivando mudas livres de doenças, produzidas em laboratórios de alta qualidade”, destaca Rondon.
As mudas foram coletadas e encaminhadas para o laboratório da Empaer, em Várzea Grande. Segundo Silvino, será feito as análises nas mudas para verificar a incidência do ataque e em 15 dias, espera apresentar o método de controle da doença. “É importante alertar os viveiristas e produtores para minimizar os prejuízos causados pela bactéria”, ressalta Napoleão.
Fonte: Agroline
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