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Notícias
03
mai
2011
(GERAL)
Setor madeireiro do PA abre as portas para empregos formais
Uma das principais atividades econômicas da Amazônia é a indústria madeireira, e neste cenário o Pará também atua como Estado produtor de madeira, sendo responsável pela geração de empregos diretos e indiretos, pelo aumento no número de empresas e pela adoção do manejo florestal.
Apesar de se manter em um panorama considerado economicamente competitivo e gerador de oportunidades, a indústria madeireira esteve durante alguns anos abaixo das expectativas de crescimento de empregos. No entanto, a face desta situação ganhou um novo rumo. O motivo, é que pela primeira vez, após quatro anos, o emprego formal na indústria madeireira paraense encerrou o ano de 2010 em crescimento, segundo dados do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (DIEESE/PA).
O estudo considera as classes abrangentes no setor e os principais municípios no Pará, onde a indústria madeireira tem forte participação. No período analisado, a Classe de Desdobramento de Madeira - as Serrarias – foi quem apresentou o maior saldo dos postos de trabalhos formais, com 9.231 admissões contra 8.787 desligamentos, gerando um saldo positivo de 444 postos de trabalhos. Em seguida vem a Classe de Fabricação da Madeira Laminada, que registrou um saldo positivo de 144 postos. As outras classes, de Fabricação de Artigos de Carpintaria para Construção Civil, de Artefatos de Tanoaria e Artefatos de madeira, palha e cortiça registraram respectivamente, saldos de 59, 5 e 36 postos de trabalho.
Em todo o Estado, foram realizadas mais de 12 mil admissões contra 11.544 desligamentos, causando um saldo positivo de 688 postos de trabalhos formais. Dos 78 municípios analisados, os que mais tiveram destaque foi Monte Alegre, com saldo de 309 postos, seguido de Jacundá, com saldo de 260 postos.
O setor madeireiro é um dos que mais geram empregos no Estado, já que porporciona trabalhos em vários segmentos como na exploração florestal e desdobro de tora nas serrarias. “Este fato, além de gerar mais empregos formais, proporciona também a geração de empregos qualificados”, complementa a sócia-administradora da Rondobel, Fernanda Belusso. “Para se ter uma ideia, nos últimos três anos nossa empresa manteve um saldo positivo de 110 empregos formais”.
O operário madeireiro Evanilson de Almeida, é um dos funcionários que se enquadram nas estatísticas de emprego. “Este é o meu primeiro trabalho com carteira assinada e já estou na empresa há pouco mais de um ano. O emprego me faz sentir valorizado, onde posso usufruir também dos meus direitos e deveres”, declara.
Dados
No Pará, a exportação da madeira também marcou resultado positivo, sendo o único Estado da região Norte a alcançar a marca de crescimento. Segundo dados da Associação das Indústrias Exportadoras de Madeira do Estado do Pará (AIMEX), no ano de 2010 houve um crescimento de 11,72% das exportações de produtos industrializados e manufaturados de madeira, em comparação a 2009. “Este aumento se deve ao reaquecimento nos países importadores de madeira do Pará, principalmente os Estados Unidos e União Europeia, já que o Estado é um grande exportador de madeira nativa”, esclarece o Diretor Técnico da Aimex, Guilherme Carvalho.
Apesar de se manter em um panorama considerado economicamente competitivo e gerador de oportunidades, a indústria madeireira esteve durante alguns anos abaixo das expectativas de crescimento de empregos. No entanto, a face desta situação ganhou um novo rumo. O motivo, é que pela primeira vez, após quatro anos, o emprego formal na indústria madeireira paraense encerrou o ano de 2010 em crescimento, segundo dados do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (DIEESE/PA).
O estudo considera as classes abrangentes no setor e os principais municípios no Pará, onde a indústria madeireira tem forte participação. No período analisado, a Classe de Desdobramento de Madeira - as Serrarias – foi quem apresentou o maior saldo dos postos de trabalhos formais, com 9.231 admissões contra 8.787 desligamentos, gerando um saldo positivo de 444 postos de trabalhos. Em seguida vem a Classe de Fabricação da Madeira Laminada, que registrou um saldo positivo de 144 postos. As outras classes, de Fabricação de Artigos de Carpintaria para Construção Civil, de Artefatos de Tanoaria e Artefatos de madeira, palha e cortiça registraram respectivamente, saldos de 59, 5 e 36 postos de trabalho.
Em todo o Estado, foram realizadas mais de 12 mil admissões contra 11.544 desligamentos, causando um saldo positivo de 688 postos de trabalhos formais. Dos 78 municípios analisados, os que mais tiveram destaque foi Monte Alegre, com saldo de 309 postos, seguido de Jacundá, com saldo de 260 postos.
O setor madeireiro é um dos que mais geram empregos no Estado, já que porporciona trabalhos em vários segmentos como na exploração florestal e desdobro de tora nas serrarias. “Este fato, além de gerar mais empregos formais, proporciona também a geração de empregos qualificados”, complementa a sócia-administradora da Rondobel, Fernanda Belusso. “Para se ter uma ideia, nos últimos três anos nossa empresa manteve um saldo positivo de 110 empregos formais”.
O operário madeireiro Evanilson de Almeida, é um dos funcionários que se enquadram nas estatísticas de emprego. “Este é o meu primeiro trabalho com carteira assinada e já estou na empresa há pouco mais de um ano. O emprego me faz sentir valorizado, onde posso usufruir também dos meus direitos e deveres”, declara.
Dados
No Pará, a exportação da madeira também marcou resultado positivo, sendo o único Estado da região Norte a alcançar a marca de crescimento. Segundo dados da Associação das Indústrias Exportadoras de Madeira do Estado do Pará (AIMEX), no ano de 2010 houve um crescimento de 11,72% das exportações de produtos industrializados e manufaturados de madeira, em comparação a 2009. “Este aumento se deve ao reaquecimento nos países importadores de madeira do Pará, principalmente os Estados Unidos e União Europeia, já que o Estado é um grande exportador de madeira nativa”, esclarece o Diretor Técnico da Aimex, Guilherme Carvalho.
Fonte: Painel Florestal
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