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Notícias
02
mai
2011
(IBAMA)
Ibama intensifica operação contra desmatamento em 4 cidades de MT
Quatro municípios de Mato Grosso, Aripuanã, Juína e Colniza, no Norte e Noroeste do Estado, e Barra do Garças, na região Leste, terão uma fiscalização mais rígida por parte de fiscais do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Renováveis da Amazônia (Ibama). Motivo: aumento de desmatamento para atividades da pecuária. A ação faz parte da Operação Disparada, iniciada em março. Além de Mato Grosso, estão sendo realizadas ações no Pará e no Amazonas.
Até agora, quase 800 cabeças de gado foram apreendidas. As multas chegam a R$ 41 milhões as multas por desmatamento ilegal na região Amazônica e outros crimes ambientais Também foram apreendidos três caminhões, 17 equipamentos pesados, incluindo pás carregadeiras, tratores de esteira, colheitadeiras, tratores com grades, cinco motosserras, 1300 metros cúbicos de madeira em toras, 1600 toneladas de arroz, além de quatro armas. Uma madeireira chegou a ser embargada.
O principal alvo da operação é a pecuária ilegal em áreas de desmatamento na Amazônia, que afeta áreas protegidas, terras públicas, propriedades privadas ou mesmo terras indígenas invadidas. Todos os proprietários que estiverem criando bois em áreas não autorizadas devem retirar os rebanhos, sob pena de apreensão e destinação para o Programa Fome Zero, do Ministério do Desenvolvimento Social.
A Operação Disparada não tem prazo para terminar: a duração dependerá da disposição dos infratores de retirar imediatamente seus rebanhos dessas áreas. Por outro lado, as equipes de fiscalização, apoiadas pela equipe aérea do Ibama, acompanharão os polígonos de desmatamento detectados pelo Deter e pelo satélite Alos, coibindo as iniciativas de abertura de novas frentes de áreas ilegais nas regiões.
No mês passado, o secretário de Desenvolvimento Rural e Agricultura Familiar (Sedraf), José Domingos Fraga, e o presidente da Federação de Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), Rui Prado, se reuniram com os dirigentes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Renováveis (Ibama), em Brasília/DF, para solicitar a paralisação da operação e o cancelamento das notificações de retirada do gado.
Até agora, quase 800 cabeças de gado foram apreendidas. As multas chegam a R$ 41 milhões as multas por desmatamento ilegal na região Amazônica e outros crimes ambientais Também foram apreendidos três caminhões, 17 equipamentos pesados, incluindo pás carregadeiras, tratores de esteira, colheitadeiras, tratores com grades, cinco motosserras, 1300 metros cúbicos de madeira em toras, 1600 toneladas de arroz, além de quatro armas. Uma madeireira chegou a ser embargada.
O principal alvo da operação é a pecuária ilegal em áreas de desmatamento na Amazônia, que afeta áreas protegidas, terras públicas, propriedades privadas ou mesmo terras indígenas invadidas. Todos os proprietários que estiverem criando bois em áreas não autorizadas devem retirar os rebanhos, sob pena de apreensão e destinação para o Programa Fome Zero, do Ministério do Desenvolvimento Social.
A Operação Disparada não tem prazo para terminar: a duração dependerá da disposição dos infratores de retirar imediatamente seus rebanhos dessas áreas. Por outro lado, as equipes de fiscalização, apoiadas pela equipe aérea do Ibama, acompanharão os polígonos de desmatamento detectados pelo Deter e pelo satélite Alos, coibindo as iniciativas de abertura de novas frentes de áreas ilegais nas regiões.
No mês passado, o secretário de Desenvolvimento Rural e Agricultura Familiar (Sedraf), José Domingos Fraga, e o presidente da Federação de Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), Rui Prado, se reuniram com os dirigentes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Renováveis (Ibama), em Brasília/DF, para solicitar a paralisação da operação e o cancelamento das notificações de retirada do gado.
Fonte: Redação 24horasnews
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