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Notícias
01
mai
2011
(MADEIRA E PRODUTOS)
Alta tecnologia na colheita de madeira
Esse foi o tema da palestra "Economia e Produtividade de Máquinas de Grande Performance na Colheita Florestal", do Diretor Florestal da Duratex S. A., Antônio Joaquim de Oliveira, no segundo dia do XVI Seminário de Atualização em Sistemas de Colheita de Madeira e Transporte Florestal. O evento fez parte da II Semana Florestal Brasileira que aconteceu em abril na cidade de Campinas.
Computadorizados, os equipamentos que começaram a chegar ao Brasil há três anos agora passam a ser utilizados em larga escala comercial pelas empresas (a Eucatex entre elas), diz Oliveira. "É um novo ciclo de colheita, de mais árvores em menos tempo", sintetiza.O investimento no maquinário, cerca de 30% acima do exigido para o conjunto tradicional, é compensado pela economia gerada ao fim do processo: é possível reduzir em até 50% os custos da colheita, afirma o diretor da Eucatex.A explicação é tecnológica. "Elas não são escavadeiras adaptadas para colher madeira.
São máquinas construídas especificamente com esse objetivo", comenta. Mais rápidas, mais precisas e, muito importante, menos agressoras ao meio ambiente, garante Oliveira. "Por estarem mais adequadas à floresta, as novas máquinas tem menor impacto operacional e ao solo", afirma.
Mão de obra
Apesar de mais sofisticadas, as colheitadeiras da nova geração podem ser operadas pelos mesmos trabalhadores que hoje usam os modelos tradicionais de harvester de médio porte. Segundo Oliveira, a mão de obra recebe treinamento para se acostumar com a nova tecnologia.
Computadorizados, os equipamentos que começaram a chegar ao Brasil há três anos agora passam a ser utilizados em larga escala comercial pelas empresas (a Eucatex entre elas), diz Oliveira. "É um novo ciclo de colheita, de mais árvores em menos tempo", sintetiza.O investimento no maquinário, cerca de 30% acima do exigido para o conjunto tradicional, é compensado pela economia gerada ao fim do processo: é possível reduzir em até 50% os custos da colheita, afirma o diretor da Eucatex.A explicação é tecnológica. "Elas não são escavadeiras adaptadas para colher madeira.
São máquinas construídas especificamente com esse objetivo", comenta. Mais rápidas, mais precisas e, muito importante, menos agressoras ao meio ambiente, garante Oliveira. "Por estarem mais adequadas à floresta, as novas máquinas tem menor impacto operacional e ao solo", afirma.
Mão de obra
Apesar de mais sofisticadas, as colheitadeiras da nova geração podem ser operadas pelos mesmos trabalhadores que hoje usam os modelos tradicionais de harvester de médio porte. Segundo Oliveira, a mão de obra recebe treinamento para se acostumar com a nova tecnologia.
Fonte: Interact Comunicação
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