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Notícias
22
nov
2005
(GERAL)
Brasil deverá replantar, até 2007, a mesma quantidade de florestas derrubadas
Até 2007 o Brasil deve conseguir replantar a mesma quantidade de florestas que derruba para uso de madeira e dos derivados das plantas. Anualmente, são cortados 500 mil hectares de florestas e replantados 350 mil. "Esse déficit deve ser dimínuído, ano a ano, com a ajuda de assistência técnica e crédito ao pequeno e ao médio produtor", previu o diretor do Programa Nacional de Florestas do Ministério do Meio Ambiente, Tasso de Azevedo.
O crédito virá de programas como o Pronaf Florestal, que emprestará de R$ 2 mil a R$ 6 mil para o reflorestamento, com taxas de 4,25% ao ano e carência de oito anos. "Outros programas oferecerão créditos maiores, inclusive para cooperativas de produtores", destacou o diretor, lembrando que o empréstimo não compromete a participação no Pronaf regular, voltado ao plantio agrícola.
A assistência técnica para o plantio de florestas já é oferecida na Mata Atlântica e chegará à Amazônia e à Caatinga por meio de várias organizações. "No sul do Pará há um grande consumo de madeira, transformada em carvão; no Mato Grosso e em Rondônia, a lenha é importante para a secagem dos grãos. Já na Caatinga nordestina, a lenha é importante para o funcionamento das casas e para a produção de cerâmica e gesso", exemplificou Tasso de Azevedo.
Falando ao programa Nossa Terra, Nossa Gente, da Rádio Nacional da Amazônia, ele destacou que a meta de replantio foi estabelecida pelo próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Fonte: Agência Brasil - 01/07/2004
O crédito virá de programas como o Pronaf Florestal, que emprestará de R$ 2 mil a R$ 6 mil para o reflorestamento, com taxas de 4,25% ao ano e carência de oito anos. "Outros programas oferecerão créditos maiores, inclusive para cooperativas de produtores", destacou o diretor, lembrando que o empréstimo não compromete a participação no Pronaf regular, voltado ao plantio agrícola.
A assistência técnica para o plantio de florestas já é oferecida na Mata Atlântica e chegará à Amazônia e à Caatinga por meio de várias organizações. "No sul do Pará há um grande consumo de madeira, transformada em carvão; no Mato Grosso e em Rondônia, a lenha é importante para a secagem dos grãos. Já na Caatinga nordestina, a lenha é importante para o funcionamento das casas e para a produção de cerâmica e gesso", exemplificou Tasso de Azevedo.
Falando ao programa Nossa Terra, Nossa Gente, da Rádio Nacional da Amazônia, ele destacou que a meta de replantio foi estabelecida pelo próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Fonte: Agência Brasil - 01/07/2004
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