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Notícias
25
abr
2011
(IBAMA)
Ibama bloqueia seis empresas que fraudavam o Sisflora no Pará
O Ibama suspendeu as atividades de seis madeireiras no município de Castelo dos Sonhos, no sudoeste do Pará, por fraudes na comercialização de produtos florestais no estado. Com a ação, foram retirados mais de 2,9 mil m³ de créditos de madeira em nome dessas empresas do Sisflora, o sistema estadual que controla o setor, impedindo, assim, que fossem utilizados para acobertar madeira extraída ilegalmente da floresta amazônica. Além de ter seus acessos ao sistema bloqueados, os responsáveis pelas empresas foram multados em cerca de R$ 3,4 milhões.
O levantamento da movimentação das madeireiras foi feito durante a operação Disparada, que realiza apreensão de gado criado em áreas embargadas na região de Altamira. Na quarta-feira (13/04), simultaneamente, os agentes vistoriaram as sedes das empresas suspeitas de irregularidades e encontraram seus estoques vazios, apesar de todas possuírem saldos de créditos para a venda de madeira no Sisflora.
Uma das empresas chamou a atenção da fiscalização. A madeireira tinha o pátio vazio, sem indícios de movimentação de produto florestal, mas possuía mais de 1,8 mil m³ de madeira em créditos disponíveis para venda no sistema estadual. Esse volume de madeira equivale a mais de 60 caminhões cheios.
Após ter sido bloqueado, o responsável por outra madeireira desacatou e ameaçou um agente do Ibama no Escritório Regional do órgão em Novo Progresso, o mais próximo de Castelo dos Sonhos. O madeireiro, que possuía 555 m³ de créditos de tora no Sisflora, mas não tinha nada no pátio da empresa, acabou levado à delegacia, onde foi lavrado o Termo Circunstanciado. Ele vai responder o processo criminal em liberdade.
O levantamento da movimentação das madeireiras foi feito durante a operação Disparada, que realiza apreensão de gado criado em áreas embargadas na região de Altamira. Na quarta-feira (13/04), simultaneamente, os agentes vistoriaram as sedes das empresas suspeitas de irregularidades e encontraram seus estoques vazios, apesar de todas possuírem saldos de créditos para a venda de madeira no Sisflora.
Uma das empresas chamou a atenção da fiscalização. A madeireira tinha o pátio vazio, sem indícios de movimentação de produto florestal, mas possuía mais de 1,8 mil m³ de madeira em créditos disponíveis para venda no sistema estadual. Esse volume de madeira equivale a mais de 60 caminhões cheios.
Após ter sido bloqueado, o responsável por outra madeireira desacatou e ameaçou um agente do Ibama no Escritório Regional do órgão em Novo Progresso, o mais próximo de Castelo dos Sonhos. O madeireiro, que possuía 555 m³ de créditos de tora no Sisflora, mas não tinha nada no pátio da empresa, acabou levado à delegacia, onde foi lavrado o Termo Circunstanciado. Ele vai responder o processo criminal em liberdade.
Fonte: Ibama
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