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Notícias
19
abr
2011
(CLIMA)
Nasa mostra extensão da seca na Amazônia em 2010
Por meio de uma imagem de satélite, a Agência Espacial Americana, Nasa (sigla em inglês de National Aeronautics and Space Administration) mostrou o efeito devastador da seca recorde que atingiu, no ano passado, o bioma Amazônia.
Segundo o site mongabay.com, estudos revelam que a seca de 2010 foi a mais extrema analisada até hoje. Uma nova pesquisa publicada na revista "Geophysical Research Letters" constatou que a seca devastou 2,5 milhões de quilômetros quadrados em 2010. Isso é mais do que quatro vezes a área impactada em 2005, quando houve um período de forte estiagem.
Acrescentando sinais de estresse hídrico, o impacto total da seca foi de 4,35 milhões de quilômetros quadrados.
A preocupação dos cientistas é com o fato de que o aumento das secas poderia fazer com que a floresta deixasse de captar carbono e passasse a emitir CO2 na atmosfera, já que a emissão de carbono devido às madeiras retiradas da floresta aumentou durante a seca.
O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) defendeu, juntamente com cientistas, que as mudanças climáticas, em combinação com o desmatamento e o fogo, podem 'transformar' cerca de 40% de floresta da Amazônia em savana.
Segundo o site mongabay.com, estudos revelam que a seca de 2010 foi a mais extrema analisada até hoje. Uma nova pesquisa publicada na revista "Geophysical Research Letters" constatou que a seca devastou 2,5 milhões de quilômetros quadrados em 2010. Isso é mais do que quatro vezes a área impactada em 2005, quando houve um período de forte estiagem.
Acrescentando sinais de estresse hídrico, o impacto total da seca foi de 4,35 milhões de quilômetros quadrados.
A preocupação dos cientistas é com o fato de que o aumento das secas poderia fazer com que a floresta deixasse de captar carbono e passasse a emitir CO2 na atmosfera, já que a emissão de carbono devido às madeiras retiradas da floresta aumentou durante a seca.
O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) defendeu, juntamente com cientistas, que as mudanças climáticas, em combinação com o desmatamento e o fogo, podem 'transformar' cerca de 40% de floresta da Amazônia em savana.
Fonte: Amazonia.org.br
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