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Notícias
14
abr
2011
(PAPEL E CELULOSE)
Papel e celulose traz benefícios econômicos e sociais para a Bahia
O Sindpacel (Sindicato das Indústrias do Papel, Celulose, Papelão, Pasta de Madeira de Papel e Artefatos de Papel e Papelão do Estado da Bahia) esclarece que o setor de papel e celulose, que vem sendo constantemente prejudicado pela atuação do MST no Sul da Bahia, acumula, ao longo dos anos, resultados extremamente positivos para a economia baiana e sua população.
A Bahia produz hoje 393 mil toneladas de papel, a maior parte destinada ao mercado interno. Exemplo é a Suzano Papel e Celulose que, em 2010, teve apenas 36,4% da sua produção de papel vendida ao mercado externo. O total exportado é relativo ao excedente da produção de papel do País, trazendo benefícios como a contribuição para a Balança Comercial brasileira. O Estado produz ainda 2,2 milhões toneladas de celulose. Estas empresas respondem por aproximadamente 12 mil postos de trabalho em mais de 47 municípios baianos e investem em diversas ações que buscam trazer desenvolvimento para todos: fruticultura, piscicultura, apicultura, fábricas de processamento de farinha de mandioca, entre outras ações. As ações desenvolvidas pela Suzano Papel e Celulose na região, beneficiam mais de 5 mil pessoas. Já a Veracel Celulose aplicou mais de R$ 10,9 milhões em investimentos sociais em 2009.
O IDH-M, produzido pelo PNUD, mostra que as cidades que recebem os investimentos das empresas vêm sendo sistematicamente beneficiadas. Alcobaça, por exemplo, cujo IDH-M passou de 0,506 em 1991 para 0,637 em 2000 está hoje muito mais próxima da média nacional, que é de 0,669. O mesmo ocorre com Mucuri, terceira cidade que mais exporta na Bahia, que tinha IDH-M de 0,525 em 1991, e em 2000, passou para 0,69. Outro resultado prático destes investimentos pode ser verificado em Ibirapuã, que teve um aumento significativo no Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica), que passou de 2,8 para 5,0 - acima da média nacional, que é de 4,2.
O setor também é responsável pela preservação de 279 mil hectares de floresta nativa principalmente do bioma Mata Atlântica e, em boa parte das suas indústrias, a relação floresta nativa X floresta plantada chega a quase 50%.
A Bahia produz hoje 393 mil toneladas de papel, a maior parte destinada ao mercado interno. Exemplo é a Suzano Papel e Celulose que, em 2010, teve apenas 36,4% da sua produção de papel vendida ao mercado externo. O total exportado é relativo ao excedente da produção de papel do País, trazendo benefícios como a contribuição para a Balança Comercial brasileira. O Estado produz ainda 2,2 milhões toneladas de celulose. Estas empresas respondem por aproximadamente 12 mil postos de trabalho em mais de 47 municípios baianos e investem em diversas ações que buscam trazer desenvolvimento para todos: fruticultura, piscicultura, apicultura, fábricas de processamento de farinha de mandioca, entre outras ações. As ações desenvolvidas pela Suzano Papel e Celulose na região, beneficiam mais de 5 mil pessoas. Já a Veracel Celulose aplicou mais de R$ 10,9 milhões em investimentos sociais em 2009.
O IDH-M, produzido pelo PNUD, mostra que as cidades que recebem os investimentos das empresas vêm sendo sistematicamente beneficiadas. Alcobaça, por exemplo, cujo IDH-M passou de 0,506 em 1991 para 0,637 em 2000 está hoje muito mais próxima da média nacional, que é de 0,669. O mesmo ocorre com Mucuri, terceira cidade que mais exporta na Bahia, que tinha IDH-M de 0,525 em 1991, e em 2000, passou para 0,69. Outro resultado prático destes investimentos pode ser verificado em Ibirapuã, que teve um aumento significativo no Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica), que passou de 2,8 para 5,0 - acima da média nacional, que é de 4,2.
O setor também é responsável pela preservação de 279 mil hectares de floresta nativa principalmente do bioma Mata Atlântica e, em boa parte das suas indústrias, a relação floresta nativa X floresta plantada chega a quase 50%.
Fonte: Bahia Já
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