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Notícias
14
abr
2011
(GERAL)
Celulose Riograndense investe em música para comunidade
Incentivar o acesso cultural e a inclusão social através da música para os jovens moradores da região de Guaíba (RS). É o que a indústria Celulose Riograndense, em parceria com o Instituto Renato Borghetti de Cultura e Música (IRB) e com a Secretaria Estadual de Educação, está fazendo para a população através do projeto Fábrica de Gaiteiros, que teve sua primeira aula há duas semanas. As aulas são direcionadas para crianças e adolescentes na faixa de 8 a 15 anos. Cerca de 50 alunos já estão matriculados. Eles aprendem a tocar a gaita de oito baixos, também conhecida como acordeão diatônico, através de métodos teóricos e práticos.
O projeto possibilita o acesso ao instrumento e a noções básicas de aprendizado e aperfeiçoamento. Atualmente, conta com quatro acordeões, todos fabricados com madeira certificada produzida pela Celulose Riograndense. “Esse é um dos princípios do projeto, trabalhar somente com instrumentos com madeira certificada”, explica Marcos Borghetti, produtor e um dos diretores do IRB. Até a segunda quinzena do mês de maio, segundo Borghetti, as crianças terão a disposição um total de 12 instrumentos.
Uma vez por semana os jovens participam das aulas, todas individuais, na Escola Augusto Meyer, na cidade de Guaíba. “Caso o aluno queira treinar na escola em outro horário, basta fazer um agendamento na escola. Isso possibilita uma maior inclusão do aluno no ambiente escolar”, mostra Borghetti, destacando que ente os planos do IRB estão a realização de concursos internos e a participação em outros evento, além de uma apresentação sinfônica das crianças. “Isso tudo a médio prazo”.
A Celulose Riograndense foi a percussora do projeto e participa com a quota única estipulada para apoio ao projeto, que é destinada a despesas com os materiais necessários como montagem da marcenaria, pagamento do professor e pequenas despesas. Segundo o presidente da companhia, Walter Lídio Nunes, em 2010 a companhia investiu R$ 220 mil e destinará a mesma quantia em 2011. A Fundação Renato Borghetti participa com outra parte de recursos destinados ao desenvolvimento do projeto dos acordeões e na administração. “O projeto tem como principal objetivo valorizar a tradição gaúcha através da inclusão social”, destaca Nunes.
Fabricação própria
Em uma segunda etapa, o projeto vai ensinar também os participantes a fabricarem os instrumentos em uma marcenaria que está sendo montada na Escola Augusto Meyer. O Estado do Rio Grande do Sul, que já contou com mais de 20 fábricas e foi referência mundial na fabricação de acordeões (gaitas), hoje tem somente uma indústria de instrumentos.
Além disso, o projeto tem planos de se expandir para outras cidades, inclusive Porto Alegre. Para tanto, será criado um manual de gaita de oito baixos e um repertório básico de músicas gaúchas. “De posse do material teórico e dos instrumentos, será possível fazer parcerias com outros municípios para uma espécie de franchising do projeto”, conclui Walter Lídio Nunes.
O projeto possibilita o acesso ao instrumento e a noções básicas de aprendizado e aperfeiçoamento. Atualmente, conta com quatro acordeões, todos fabricados com madeira certificada produzida pela Celulose Riograndense. “Esse é um dos princípios do projeto, trabalhar somente com instrumentos com madeira certificada”, explica Marcos Borghetti, produtor e um dos diretores do IRB. Até a segunda quinzena do mês de maio, segundo Borghetti, as crianças terão a disposição um total de 12 instrumentos.
Uma vez por semana os jovens participam das aulas, todas individuais, na Escola Augusto Meyer, na cidade de Guaíba. “Caso o aluno queira treinar na escola em outro horário, basta fazer um agendamento na escola. Isso possibilita uma maior inclusão do aluno no ambiente escolar”, mostra Borghetti, destacando que ente os planos do IRB estão a realização de concursos internos e a participação em outros evento, além de uma apresentação sinfônica das crianças. “Isso tudo a médio prazo”.
A Celulose Riograndense foi a percussora do projeto e participa com a quota única estipulada para apoio ao projeto, que é destinada a despesas com os materiais necessários como montagem da marcenaria, pagamento do professor e pequenas despesas. Segundo o presidente da companhia, Walter Lídio Nunes, em 2010 a companhia investiu R$ 220 mil e destinará a mesma quantia em 2011. A Fundação Renato Borghetti participa com outra parte de recursos destinados ao desenvolvimento do projeto dos acordeões e na administração. “O projeto tem como principal objetivo valorizar a tradição gaúcha através da inclusão social”, destaca Nunes.
Fabricação própria
Em uma segunda etapa, o projeto vai ensinar também os participantes a fabricarem os instrumentos em uma marcenaria que está sendo montada na Escola Augusto Meyer. O Estado do Rio Grande do Sul, que já contou com mais de 20 fábricas e foi referência mundial na fabricação de acordeões (gaitas), hoje tem somente uma indústria de instrumentos.
Além disso, o projeto tem planos de se expandir para outras cidades, inclusive Porto Alegre. Para tanto, será criado um manual de gaita de oito baixos e um repertório básico de músicas gaúchas. “De posse do material teórico e dos instrumentos, será possível fazer parcerias com outros municípios para uma espécie de franchising do projeto”, conclui Walter Lídio Nunes.
Fonte: Celulose Online
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